O sentido das coisas são definitivamente fabulosos. O mundo do sentir é trabalho evolutivo. O sentido é produto da razão, o sentido sadio. O sentido nos move à experiência, e por ela, alimentamos a virtude. Sentido! Aqui estou, para conversar! O sentido não apenas linguístico, que tem a denotar a ideia, mas o sentido da sensação que nos “solta” a força psíquica. A realidade dos sentidos é mental, mas nem tudo da mente é real. Pode parecer, mas o mundo das aparências não é tudo. A mente decodifica as ideias e nos devolve o sentido que projetamos. Se nos abstermos de causar o sentir, teremos mais sentido do que produzindo sentido. E qual seria o sentido da vida? Se nela nos deparamos com algumas restrições necessárias para viver bem? A produção de sentido é um fenômeno místico. Não cabe apenas à racionalidade transcender o escopo do subjetivo. A racionalidade está de prontidão para filosofar a libertação do sujeito. O sentido não morreu, nem em utopia morrerá. O sentido viverá para s...
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