O Beco com Saída: A Histeria e suas Investidas.
A histeria é uma falta colossal de calma. Dissociação esta com a realidade que impugna o sujeito com o objeto da diferença radical com um conflito interno. A motivação é abalada, o sujeito perde socialmente no seu tempo de resposta a recomposição do self. O sujeito barrado, ao modo lacaniano, é um grito de silêncio de ranger os dentes. O tempo do noumenal, fica interposto na cultura do sujeito. Até ele vir a ser, o tal que se propõe pre cognitivamente, está adormecido inconscientemente. Só o eu superior detém a associação livre de interpretar a geração de sentimento profundo de realidade. Lacan chama, no ínterim do sujeito de risco e o sujeito "perfeito", não somente tendo a imago que é o significante da representação de seu sintoma; a desorganização e o caos. Não obstante, devo introduzir a teoria da complexidade com o atravessamento do ideal platônico: a realidade é o conjunto cultivado dos motivadores de conhecimento e de valência subjetiva, do desejante ser humano. Esse ser humano nessa nova cruzada de sujeitos diferenciais, ao culto de Deleuze, vivencia somáticas que não se cabe: o ideal rompido com o ideal da lei. E de lei entendemos a inserção do Nome-do-Pai, isso é o real, um nome infinito e ungido ao exercício do materialismo histórico do poder. Até que, esse poder seja retirado do fetichismo pós moderno do microcosmos, essa microfísica é um fato líquido de uma chuva que molha tudo com uma só gotícula. Zizek diria que essa paralaxe hipérbole dá certo, contanto que a loucura pela utopia em servir o capital com uma única dose de capitalismo. Mas para abastecer uma represa, não somente se faz necessário, uma verdadeira chuva. E não uma gota dela. Contudo, ousa-se execrar o poder de como retirar o juízo de uma metáfora sociocultural. A gota, para nos, é o sangue de Cristo, com Deus o ser é o Homem, tem a sorte de poder se desdobrar pra ir além. Já que seu suprimento veio do além, o além esse super-herói deve completar sua fé e missão com a natureza humana. Mas essa aventura, de retorno ao libertado, não é fácil. O heroísmo de nascer para construir uma vida, se dá por uma árdua complexidade reprodutiva. Devemos seguir a ordem, superando criticamente o potencial das ideologias. E para isso contamos com o posicionamento da Clínica Psicanalítica, depurando os cordões e laços socioculturais do comportamento das virtudes. Mas não se pode, nessa formação de navegante do oceano de bençãos e lagoas de penitências, destrinchar a categoria de cultura espiritual. Os fenômenos individuais são entendidos quanto mais se aventura à navegar e levar a luz do inconsciente ao consciente. E isso também se dá pelo "isso" da psicanálise. Entrar num fenômeno ontológico não é, psicologicamente, fácil como estar em prudência e modéstia ao amor idealista. O ser humano, para Zizek, tem que retirar o "blind-spot" do que não está em si. E é com Hegel que conseguimos adentrar no mar de ser nutrido pelo sangue da fé no navegar pelas forças do vento que sopram a vela. A vela se mantém acesa por conta disso, do vetor do vento, e com a maestria da ascensão de inteligência, que o Homem vai direcionar o leme, fazendo com que o barco nem vire nem perca direção.
Na verdade, o barco entra no esquema L do matema lacaniano da fuga neurótica. Só se conhece um transe neurótico, quem vai adiante, com seu ego temeroso, as forças do id. Talvez a meteorologia consiga predizer, se consultarmos mais e mais conhecimentos, como a astro navegação, o caminho mais lucrativo da empreitada. Deixo claro, portanto, que a navegação pode trazer as viagens, isto é, a consulta dos golpes do id no ego, que chacoalham toda a estrutura do aparato do Real. Sabemos, com a ciência, onde a natureza levará o sujeito? Ou será que a partir dessa vida, que atravessa o teor do fantástico, sofrerá psicopatologicamente para alcançar seu destino? A verdade é que o das-ding está no Real. Desde quando desejamos, sofremos e ganhamos, é uma dupla ventania de fluxo e influxos paralelos, sendo eles de oposição. O que nos leva ao traçado da pulsão de morte com a vida. A pulsão de morte, em outras palavras, é movida por Thanatos, que leva a massa do corpo a ficar desorganizada. Ele, dessa forma, in-formaliza o balizamento entre o princípio de prazer e realidade. Até que nós testamos no deserto do real, ou seja, a praia sem mar do niilismo depressivo, temos que visar sempre em acionar, pela mesosfera do sujeito heróico, ser "brado e retumbante". Pois, se não fosse a, aqui derivo mais uma passagem simbológica, no qual o nado da nação brasileira vai, em socorro de homem ao mar, se repousar na colônia de férias que orgulhosamente chamamos de Brasil. O país, durante a crise mundial do Covid-19, se tornou um bálsamo à catarse devido ao isolamento social. Essa colônia de férias, deseja voltar a bradar "paz no futuro e glória no passado". O Brasil anseia pela liberdade democrática. Ainda não localizaram de onde vem essa força inspiracional da República. Talvez o Brasil seja para os altos sonhadores. Mas o enigma é justamente esse. O Capital não vive sem o suor do sonho entusiasmado. Sem a alta voltagem da imensidão desse paraíso, nossos antepassados não teriam guerreado para nossa independência, desde o período imperial. O Brasil, de século em século, vem se transformando em algo dos marcos das eras. Nessa era que passou de perdição e radicalização da patologia moral, a corrupção como ensaio do des-concerto, vai ficando pra trás, enquanto que a retomada de um país que tem o "braço forte" à labuta, não é nem estúpido em ultrapassar a barreira da somática política de pressão midiática com a realidade biológica do viral. Arriscamos um preço alto para estar onde estamos, e essa recolonização política, reformula a base da ética que se tinha como indulgência leviana de patifaria na administração pública. Nem se pode deixar tudo altamente controlado, para ver o nexo causal onde bateu, pois todos já foram batidos pela ferida mortal do karma nacional. Esse sujeito nação dividido não pode mais fragmentar-se no teogema de que tudo se dissolve. E realmente tudo se dissolve. Porém, menos a consciência infinita, dizendo Lacan, do "Unfathomable X". Não conseguimos ser Deus! O Estado falha nisso. Pois se tem a autoridade desejo de ser algo que projetadamente é impossível. O máximo do sujeito é a iluminação, mas se estruturar num funcionalismo que, representativamente, tem "maior subjetividade" do que outro, só pode vir do "sonho do Outro" no qual nós adverte Deleuze. Esse sonho, em termos zizekianos, é a assimetria do gap intersubjetivo, em outras palavras, olhar para o abismo da liberdade. Se dermo-nos a criancices psicológicas de servir a Deus, Deus é a voz do povo. Entretanto, aonde está o Estado-Democrático de Direito, antagonizando com meras inversões sociológicas de irresponsabilidade social, ou está diferente, no grau filosofal de Santo? Nem um nem outro. O tesouro da significação da luta, está na pele do impossível. É através dessa "coisalidade" que se tornou a democraticidade no qual tivemos uma perda. Perdemos a integralidade do sujeito, e passamos a ter um só um jeito, jeito de subversões histriônicas e gargarejos epiléticos de vender o Real. Mas a que ponto chegamos, se nem se quer gozamos da democracia como um sumo bem? Por que fomos contaminados, de geração em geração, a reproduzir o erro do neopositivismo socio-cronstrutivista.
O legado de populismo socio-liberal descambou no erro generalizado da Matrix do Brasil. Deixando muitas feridas no historicismo nacional, a gana pelo poder se projetou além da inteligência. Caindo vulcanicamente à pele da perversão. O poder em mãos sujas gera perversão, uma perversão que se maquiniza, esquecendo do dever civil, e rompe com o lema nacional.
Sem calma para ver o que acontece, é difícil ter uma mente sã. A força de vontade, presa na pressa de se ocupar pelo TAO, vai vestindo o caminho crístico de sofrer, que é naturalmente uma bela arte. Um drama comum e regular, de se perder de vista para achar um mestre, esse significante compõe a responsabilidade arqueológica do sujeito. O sujeito dividido é aquele que olhou demais ao abismo, e pelo erro da matriz ficou possuído? Ironicamente, fenômenos comuns da cultura pertencem ao self. E é no eu que a neurose obsessiva pode tanto enveredar como reverberar. É da zona emocional que as palavras se constituem. A incompreensão cria o conflito do ócio, dissonando à aflição propriamente dita. No estado paranoico, o que é de César não se é dado, sem a confluência e confirmação, se recalca uma pressão irreal, virando alvo da mesma temática fetichista; "a verdade está lá fora"
Fora da transgressão por fantasia do que se abala, o medo de se desapegar. Deixar-se solto, sem temor ao intersubjetivo. Esse panorama, nos rememora que há um impossível aí; o pequeno outro assumir o lugar do Outro pelo Nome-do-Pai. Em era de hiper conectividade e multiprofissionalismo, é congruente atentarmos ao entendimento do limite, de que algumas ciências não se misturam. Está no Nome-do-Pai, o objeto a do sujeito desejante. Ele deve compreender no capitalismo, que a base do sucesso é o caminho do Reinado de Cristo. E para isso a psicanálise é totalmente prática para consubstanciar-se com o Salvador das culturas. Nem podemos, à psicanálise, sofrer pela derrisão somática do eu que se dispõe a dividir-se como um Outro. O Outro à psicanálise é justamente o lugar da cosmologia dos significantes. Devemos compreender a hermética hegeliana, que a vontade e razão intersubjetiva, não pertence a mentalidade da singularidade do sujeito. A verdade é o espaço de vibração frequencial. Uma fobia paranóica tende a produzir neuropsicoses. Ora, se o que é mais temido está no lugar da atenção, e a atenção é uma forma de empatia, há aí uma desconexão da fenomenologia do espírito, por um grude que interpõe seu discurso no ritmo da esquizofrenia. A esquizofrenia é manifestada quando se unta os opostos da individualidade. É como tentar-se sobrepor de modo colisional, duas realidades psíquicas. Isso também pode nos intuir a uma ideia de confronto com a psiquê "original", livre e liberta, que obedece a lei, e distingue-se da tentação do irreal. Esse irreal, o pathois, é o que nos atenta a perdição e, com isso temos o desconforto do negativo. O que tira a paz do esquizofrênico, psicolinguisticamente, é a forte crença no que se desvia da Cruz, ou do Om, ou da Estrela, qualquer símbolo religioso ou estilo filosófico que não assente a verdade. A verdade é originária da força e significado da realidade semântica. O sujeito não pode escapar do seu corpo. O corpo do ser, é trinitário. Ele, o Outro, designa por onde entra a amarração do significante mestre, deixando para trás a exclusão da notoriedade do Sinthome, ao point-de-caption. O nó borremeano é sobretudo, a ligação no qual nós somos filosofais. Buscadores do bem viver. É daí que a prática Psicanalítica tem uma certa e coberta distanciação com as realidades da antropologia social. Conquanto mais nós psicanalizarmos, vamos criando contato múltiplo e abrangente de um ser, comum, porém nobre, livre de quaisquer interceptações do imaginário. Esse ser é batizado em autonomia para reinar na sua e somente sua, subjetividade. O sujeito em sua integridade é quem deve se importar, com uma noção realista, do Ser vivente. Ou seja, há um Outro no meio de nós. Esses nós que vão sendo dados, é óbvio, se espelha e pode receber uma deturpação de seu nome, por isso que o dado ao ser escutado enganosamente como dardo, vira alvo de uma pulsão em repetir o negativo.
Um carma paranoico morre quando você conscientiza que é apenas uma transferência dentro de um minúsculo universo subjetivo. Isso é, no trabalho alquímico, que as ondas são produtoras provenientes da egrégora que carregamos. Nosso self está na vibração com que nos correspondermos ao atingir o horizonte do sol nascente. É dessa bússola que podemos receber a orientação da direção para onde ir com tantos estímulos e desânimos, com tantos traços e sopros que são só devidos quando nos pré-conscientizamos que é essa a tomada de consciência. E da ansiedade, sentimos que estamos o tempo todo, no dever de fazer, de que algo nos preocupa pois foi quase esquecido, algo este que tem uma sinalização de psiquismo superativo pronto para ser atendido na atenção e trabalhado na consciência. Às vezes, pegar velocidade racional, pode trazer uma preocupação. Outras não. A dúvida em questão é sinônimo de falta de confiança e entrega ao Outro. Nós não sabemos exatamente qual será a sutura necessária à cura do psicótico. Pois seu eu pode está tão energicamente suprimido pela ignorância, que o sujeito não se valoriza e fica então, sendo sujeito dos dardos inflamados. Quando nos centramos na luz da razão, ficamos plenos na calma e paciência. Sem motivações usurpadoras para ganhar o pão. A prática Psicanalítica requer paz e amor, educação e equilíbrio interno, que saiba solucionar o além no estado do self. A prática Psicanalítica requer multiculturalidade racional, e um dispositivo de transliteração, de ser para ser. É o Super-Eu, que puxa o sujeito para dentro do barco, e hasteia a bandeira no domingo. É o Super-Eu que destina a "campanha" de dominância do sujeito. O sujeito portanto é o aparelho psíquico em sua ampla genealogia da verdade. Somos seres individuais que se compartilham através da comunhão de fé. Ou seja, de sintonia vibratória na formação da egrégora. Essa prática traz a alma sua verdadeira identidade. De se comportar como sabedor da verdade. E com isso um ser de amor, sendo ideal de eu, amor de Deus, que é na síntese lacaniana o Outro. E em Hegel o Senhor. E para os judeus, a obra de David e sua herança genealógica. Nós, psicanalistas, nascemos para servir a medicina no espetáculo do termômetro da economia sistêmica. A prática de analisar a alma, é um profundo processo de humanização e restauração. Somos o buscador de uma distinção fundamental de ciência para ciência. Para essa prática, deve-se ter empatia, liberdade e humildade suficiente para ler o ser do outro. Essas totalizações que vem sendo emitidas pela "lalange" é nosso propósito de racionalidade imediata e discernimento para com o pensar ao comportamental. O pensamento é um meio de cura e libertação, de vida e criação, se na alma tivermos o capital da razão que pertence ao seu direito. À dialética sofística, o não duvidar é atributo de relativismo. Mas nem mesmo a relatividade pode torcer mais o aparelho da reprodução ideal e real. Enquanto que Marx preferiu o confronto de classes para dar vazão universal à dialética, em tempos de trans-humanismo e espiritualidade esotérica, a psicanálise não fica para trás e vai sempre, da base ao cume da montanha, para removê-la e assim, estancar o sangramento dessa ferida. O que se acumulam debaixo das camadas da terra são elementos condensados altamente derretidos por conta da núcleo magnético quente. Se nós nos mantivermos centrados no nosso núcleo, que é nosso coração, a morada da alma, podemos ter certeza de que as vicissitudes da imago psicopatológica não subirão como desejo inconsciente à superfície de contato, isto é o cérebro. O ofício ético do psicanalista deve ter em mente um alto fundamento, para que se equilibre entre o devir e a organização dos deveres, não como se nada fosse monótono entendido, mas ocultado por um fator perceptivo do próprio fisiologismo intelectual do inconsciente.
Desta forma, ter a prática Psicanalítica é ter a missão de oportunizar a consciência do outro. O grande Autre de Lacan predispõe à psicanálise um sistema lógico de juízo. Deste modo podemos recuperar a surrealidade do paranóico, que não sublima suas pulsões de morte. O meio de um sujeito que antecipa a interpretação lastreada pelo seu sistema de crença repetidamente é caracterizado com ansiedade delirante. É o limite da realidade da crença que fura o imaginário do sujeito, fazendo dele um meio reprodutivo de sintomas, tanto perversos como histéricos e fóbicos. A crença é em si um hipnótico. Se não nos sairmos da caverna mitológica dos símbolos, não teremos habilidade Psicanalítica para lidar com trauma. Pois cada trauma tem o algo do inconsciente; aquilo que continua a servir de trave. Mas é na travessia da fantasia tida como furo no sujeito, que nosso Outro, busca a realização de seus pequeninos hermes, em busca de se tornar três vezes grande. A começar pela tese, depois a antítese, e por fim a síntese. Que em outras palavras é a alquimia de titulação cármica acadêmica. A síntese também é o conhecimento doutoral de realização de que tudo se reflete e para na dialética. É a dialética que define o amor da individualidade. Em outras palavras, a eucaristia católica é a preservação do logos do noumenal. Saber de si mesmo, eleva, da liquidez à solidez, pois o líquido em baixa temperatura se cristaliza. Essa tendência em ir de polo a polo, mapeia a liberdade no que só pode ser liberdade; desejo de ser organizado. Ao contrário de Deleuze, Lacan investe no pequeno objeto a, ou objeto de desejo do Outro. É por essa palavrinha que a letra se insere no sistema significante. Já o sofrimento das psicopatologias vem da obscuridade da falta de atenção na prática da psicanálise. Sem nada saber só resta adoecer. E é pelo isso do sujeito analisando que ao nada novamente ele retornará para se perguntar o que há no além? Ora, o além de nossa consciência não nos pertence, é matéria que vai ser aberta ou fechada, vai se comportar, pra isso ou aquilo, como porta-da-função, isto é, é um vir a ser de existência. Está entrelaçado em corpo, mente e espírito. Em existência, fenomenologia, e metafísica. O que nos leva a transcender, de um valor ao outro, de um mundo ao outro, de uma arte ou ciência para algum lugar. Esse lugar para Freud é a liberdade. Para os hindus e budistas é moksha, ou o mesmo que libertação no ocidente. O trauma como o concebemos é o "dar brecha" ao diabo da cultura popular. Nós não temos mais a brecha, digamos. Temos a conexão de sociedade. Isto é, a benção do espírito santo que unge a democracia. Mas mesmo na democracia há divergências, tudo isso por conta da falta, da falta de atenção correta empregada à instrumentos de fatos. Não se pode negar que o sofrimento é do mal. É das brechas ou furos na consciência que a perversão atenta à assustar. Os furos no infinito são malgrados, interlocuções de fetichismo em fazer do sujeito um "objeto de lambda". Os sofreres tem, por assim dizer, os baixos. Não é nós altos que encontraremos baixeza como preocupação e insegurança da ansiedade. Essas são elaboradas pela paranoia, no qual sua sintomática é de um espírito dividido de Deus. A esquizofrenia é tentar superar uma paixão maior que a razão. A razão se mantém através dos mitos, e estes sobrevivem pela pureza do coração. Conquanto mais o ser humano cria, ele se dirige ao mundos elevados do céu. Essas realizações são a prospecção de cura. A cura Psicanalítica é o mesmo que qualquer manifestação de libertação clínica, seja ela qual for o Nome-da-Escola. O importante é se viver livre da opressão. A opressão é o que pode levar o indivíduo a fraqueza psicológica. Uma tênue linha de dramaturgia real de nosso inconsciente abalado. Quando estamos cientes, tudo passa. Essa contratransferência que nos salvaguarda do mandado diabólico.
Pedro Victor L. Bonfim
Gestor Público (IFRN)
Esp. Psicanálise Clínica (UniBF)

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