O sujeito é necessariamente vazio, mas por trás desse silêncio absoluto há a ordenância da significação modeladora à suas objejtificações. O que vem de dentro, as vezes, em relação ao objetos dialéticos, não passa de uma inconsistência paraláxica entre o um e o infinito. A alteridade é natural, o que nos faz vivenciar uma diferença singularizante de carma. Desse vazio é preenchido pela cruz, o símbolo máximo da unidade transcendental, que brota o todo existencial da natureza. E nos processos cíclicos da vida, o sujeito vai resgatando seus objetos funcionais de sua psique, ressignificando a parcialidade de seus sintomas, e extraindo da subjetividade o drama da conjugação passional. Os Deuses em sua univalência fazem o homem de um Deus à ser-visto. É da interlocução do que está oculto no subconsciente, que a dor do parto traz o sujeito de volta à nova vida da consciência. E sendo-o, aquele que é o não-ser, acreditamos que podemos realizar à vontade, contra a política superior que...
Welcome the portal of holistic healing, with superior sciences, education, and wisdom. Be amazed by the vibe that love and light, which we offer to all. Join the channel.