
O sujeito é necessariamente
vazio, mas por trás desse silêncio absoluto há a ordenância da significação
modeladora à suas objejtificações. O que vem de dentro, as vezes, em relação ao
objetos dialéticos, não passa de uma inconsistência paraláxica entre o um e o
infinito. A alteridade é natural, o que nos faz vivenciar uma diferença
singularizante de carma. Desse vazio é preenchido pela cruz, o símbolo máximo da unidade transcendental, que brota o todo existencial da natureza. E nos processos
cíclicos da vida, o sujeito vai resgatando seus objetos funcionais de sua
psique, ressignificando a parcialidade de seus sintomas, e extraindo da
subjetividade o drama da conjugação passional. Os Deuses em sua univalência
fazem o homem de um Deus à ser-visto. É da interlocução do que está oculto no
subconsciente, que a dor do parto traz o sujeito de volta à nova vida da
consciência. E sendo-o, aquele que é o não-ser, acreditamos que podemos
realizar à vontade, contra a política superior que nos governa. Esse é o Deus,
em sua magnificência governamental, que rege o céu e a terra. E nós aqui, na
constante busca pelo elixir da longa vida: esvaziar-se de tudo que não nos
pertence. Porém, há uma dicotomia ai, que jaz na democracia, queremos a
regência aplicada da lei da vida. Sustentada pela ética e moral excelsa.
Queremos nos encher de graça conforme o espírito nos oportuniza.
Que mulher é esta, a
incriticável, a sempre-perfeita, que deseja loucamente as mais cruéis paixões
na falta do homem? O homem que não se pode ser visto deve ser excluído. A
mulher quer um par que a faça brilhar pois nela não há luz própria, só reflexão
da pulsão ativa que a reativa. Elas estão buscando o que nelas falta de Homem.
O único Homem que provê nela empuxo frutificante é Deus! Elas estão
sintonizadas na fala, dentro da língua que mortaliza o homo sapiens. No
entanto, são tão mudas! Precisam ser regadas à régua. São linguarudas como a
serpente que as adentra ao gozo. Como o Sophia é pequenina! Sophia está
separada do Corpo de Cristo. Sophia é a vontade de descobrir-se como o Sol. E o
Sol é Sua Estrela! O conhecimento serve para legislar a costura das ações que
regressão do subconsciente ao progresso imperial. Não há império que não seja
unido sem a pressão da ordem democrática. E para tal, todo ser humano cabe-se
em sua constitucionalidade heroica, respeitando as aparentes tergiversações preferências
maquiadas pelos mecanismos do ego.
E há ego para tudo, até
mesmo ao nada super-consciênte. Parando tudo, se recusa a estabelecer a pulsatividade
do prazer, pelo deslocamento faltoso do apego de si mesmo ao modus operandi.
Devemos faltar conosco para encontrar o Absoluto Poderoso! Devemos dar falta ao
inconsciente para ligar a maravilha da expressão que nos garante embebedarmos
do suporte fenomenal. Que adulto não quer se soltar na brincadeira
despretensiosa do ritmo dos mundos chocando-se intensamente até a chuva do
multiverso fazer-nos sumiço do meio um do outro? Por que de fato o mundo é
pequeno, e suas multiplicações sexuais são minimamente caricaturais. É da
filosofia que o homem deve reinar para ter espaço sem fim, nem causa que não
sejam suas artes de seu gozo histórico. O homem goza em construir à mulher de
sua vida: seu próprio, autêntico e autônomo egoísmo!
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