
O multiculturalismo e o
uni-nominalismo nos geometricizou numa sagrada escritura não codificável: a
realidade é auto constituída de liberdade fatorial. É aceitar sua inteligência
para transportar até você o que você menos deseja. De fato, o desejo nos afasta
da iluminação, e o sonho nos aprisiona na perturbação do caráter. Porém, as
reproduções doutrinárias modalizadas com solipsismo reduzem o noumenal na magia
do pensamento. Quer dizer, no bom e velho capitalismo, você é negado à
liberdade de direito? Não! Você tem direito ao poder, basta você desenvolver a
energia de sua vida. Você só alcançará a liberdade quando reiniciar a vibração
do continuum: a vida é uma só, só sua, no qual todos lutam cada um por si mesmos.
Todos os conceitos formais são escolásticos para sistematizar um caos de ordem.
A liberdade significa significar o que é livre. Eis portanto, a determinação da
razão subjetiva, o círculo impenetrável do novo materialismo. O aparelho de
estado provocou uma dessubjetivação da individualidade real à coisa cibernética
do meta-estado. Essa positivação subliminar distorce o magnetismo da luz do ser
à uma anti-sensualidade, por que a estética do sensual debruça-se sobre a razão
do fenomenal renascimento clássico das obras primas. Não é racismo criticar o
belo por ser superior ao feio? O anarco-socialismo quer desapropriar a
liberdade do indivíduo. Deste modo, o mercado dos sujeitos são um mundo oco! O
hipnotismo da alta magia adverso à criticidade da beleza padronizada
categoricamente no ocidente pela teórica do pós modernismo esotérico
desconstrucionista, ocasionou sua própria derrota de engradecer a prole com o
potência do tosco efêmero: a quimera queimada. Era uma vez!
As pessoas desejam viver
loucamente por farelos modeladores: algo que te provoque a força de que com a
interdependência o ser humano se salva. Isso não é nutriente à alma. Quanto
menos você entrar no sonho da cobiça pela matéria, mais alinhado à harmonia do
vazio estarás. Essa á a importância: ESTAR! Esse vazio é o tecido que preenche
a natureza relativa de poder. Não digo que, sem pensamento não há existência,
sem ação não há reação, pelo contrário, a moderação ética de fazer acontecer te
livrará da engenhosidade da negação de sua infame projeção psíquica. A luz não
carrega cordas de controle. A Luz é livre. Simplesmente haja no vazio que é o
que é, não será a coisa que determinada pelo obscurecimento do próprio
pensamento. Entretanto, o corpo não deve conter o objeto inconsciente para
ascender à sua liberdade. O corpo se suaviza quando é fundamental. Mover e
Remover!
Neste mundo de falsos
amores, falsos sabores, falsas dores, o que é mais valioso: Ganhar por perder,
a experiência do suposto acontecer, ou perder para ganhar a miragem do olhar?
Eu prefiro perder meu tempo e ganhar minha perda, o indistinto da destinação!
Claro, em toda essa volúpia teatral, o excelente ator é quem improvisa o
dissabor contra o telespectador. Quando você foca sua vida no que é seu, o
instrumento de sua sabedoria, o resto do mundo fica em paz. Ninguém pode ir
contra seu movimento. Ninguém pode te tirar das forças do Ser: Você! E ser você
mesmo é a grande teoria secreta!
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