
Já parou pra pensar como você
quer crescer seu ser, isto é, dar aquela turbinada na sua existência? Você pode
até ficar catalepso por alguns instantes, vagando o pensar pela luz da animação
- mas se isso persistir procure um médico. E, nessa monotonia de atividade
psíquica as coisas não parecem fluir. Você se sente ausente, e o presente
parece estar longe da sua cabeça. Certamente, pois, sua mentalidade estagnou, e
aí? Como você fará pra acelerar seu microcosmos psicobiológico? Nesse delongado
diapasão que freia tua pulsação neuronal as ideias estão tão desconcertadas,
devido ao acumulo traumático tipificado na revolução simbológica, que o reino
noético aparece distante da sua constelação física. Talvez você tenha
redimensionando seu espírito num buraco-negro que drenou o brio da estrela do
teu sucesso. A mente mentiu pra você! Fez você acreditar como real o irreal ao
ponto de uma fulminante histeria. Errado, mas quem poderá lhe defender? Você já
sabe a resposta...
Você tem o arbítrio mas como
ativar a liberdade real dela, eis a questão. Perdendo a paciência, o jogo fenomenológico
o reduziu a farelos. Te sentes parte-partindo tudo. No entanto a direção reside
no forte onipotente. E mesmo nesse frame você vê que é só um fractal da
consciência infinita. A realidade parece se contorcer mas antes de você entrar
nesse filme de terror, volte a respirar. Daí glória à Deus por lhe descobrir o
inconsciente. Nessa dialética gravitacional, onde o passado é futuro, e o tempo
quer ser além do espaço, a física é desafiada e um cataclismo de gênero acorre.
Mas não há para onde correr. O cerco do circo magico lhe petrificou. Num sopro os
cristais vem ao chão como pó. Era isso que você queria, voltar a inexistência
absoluta; e conseguiu.
Agora que se liricizas se concretizas: um teatro
fantasmagórico da dialética do real... É até hilário que você tenha sentido o
vento visível conquanto enchias o vapor de bolas de cristais para ver o futuro.
Mas na relatividade absoluta percebestes que a “determinação” termina antes de
tudo, de se deteriorar, pois ela é injetada direto no globo oracular. Um
bombardeio de informações sem tréguas dilacera o que sobrou do corpo; estesiado
pelo melodrama da magia renascentista de um mundo que não se esquiva de nada,
esse mundo abre o peito para receber mais uma flecha chamuscada de veneno. O
que está acontecendo contigo, heróis da super hora? Ora faltou ação, ora
engradeceu-se na oração, e sua saga pela organização interior brindou sua cura.
Ele necessitava suspender-se na razão divina para saciar o transporte de sua
vontade. Viu a curvatura dessa sua cisão incisiva iluminar as rotas. De um lado
pro outro foi calculando onde iria jogar. Sua tática estava entregue na
bilheteria de sua atenção multiplicada pela conjectura do além.
Desse espetáculo da ebulição da
certeza sobrevivia um anseio cuneiforme no formato do sol. Mirar a força do
astro rei doía aos olhos. Vendado por dois dias que lhe oportunizou uma
ressignificação homérica, seu arquétipo perceptivo aceitou o modelo dessa
natureza e a profundidade de suas ideias ligaram todos os pontos em
consubstanciação. Se terraplanou da crítica do impossível ao realismo
transversal. Menos mal! A realidade respondeu e ele escutou o eco de sua
robusteza espacial. Havia lugar pra ele. Ele não se auto oprimiria mais. Apesar
do filme crônico se repetir, sabia que precisava de suas confusões para não se
perder de vista. E como sua vida lhe ensinava que sua consciência não estava
preparada ao fundo situacional. É que os devires lhe proporcionavam devaneios,
uns baixavam seu astral outros lhe faziam um delirante des-liricizado. Não
gostava de esperar, mas tinha que respeitar o circuito burocrático no qual
processava sua carta de alforria. O destino que avaliava tão legal estava se
transformando conforme sua sina, e seduzido pelo oficio que sua nobreza o
adaptava à momentos de relaxamento, aí sim seria seu mar de luta: teria que
dominar seus maus instintos para apurar a síntese de sua educação.
Era um romântico
na era errada o que lhe fazia um ser supra normal – cheio das meta físicas, não
é? Claro, tinha simpatia pelo atual palanque artístico embora não gostasse de
sentir todo o calor humano pela obra pois os olhos o recatava, e sua coragem
deveria trabalhar sua paixão silenciosa. Preferia o sentimento reservado na luz
da vida. E a ampulheta de seu imaginário chegava ao fim, grão por grau angular,
e os anos-luz que o distanciava da obra tinha finalmente chegado ao fim. Quero
dizer, este homem lutou muito para chegar até onde está, e seu destino em Deus
repousa.
Sua vida recomeçaria ali através
da tensão consonante da sua concentração. Ele estava para saber se conseguiria
prosseguir na iluminação, se galgaria mais um degrau à sua compostura de
conhecimento. Tinha aprendido que "a pressa é inimiga da perfeição". Então não se
deixava perturbar o coração, mantendo a calma sabia que o que acontecesse teria
uma contribuição do universo. Paciente, pensava positivo; o estimulo que
recebera temperava com ansiedade seu status quo sem deixa-lo infundir-se num
redemoinho delirante. Não tinha lados, somente uma nova pressão de consciência
percorria sua mente.
Sentia os raios de sol adentrar seu horizonte. Não sabia
de nada ainda, estava enraizado. Não podia sofrer por antecipação. Nesse vai e
vem das ideias correndo em sua mente a realidade gritava em seu interior:
“Viver”. A sede pela vida tinha começado a tocar o ritmo da música de sua vida.
Ele se reformaria para seu próprio bem. Bem, a esta altura do campeonato o mundo
inclinava-se mais ainda ao caos. Mas algumas coisas tinham valor, e era isso
que importava pra ele; valorar-se. Decidido tomar uma posição melhor de vida
estava apto à mudança. Esperançoso e otimista, pulverizava o alarmismo
histérico de seu campo de força. Tinha que sentir a nostalgia de seu crítico
conceito de beleza governar a pátria de sua virtude. O que não agradasse à Deus
estava cortado de sua personalidade. Este homem estava disposto a morrer por
sua fé em Deus pois assim era melhor do que perde-la. Este homem aprendeu a se
reconhecer e se reconstruiria num ímpeto de vitória. Estava realmente agarrado
a transformar as estruturas de seu pensamento.
Solto num vazio sinistro, sua
capacidade de discernimento vagava paradoxalmente entre a completude objetiva e
a incompletude subjetiva. Alguém desconfiado à fatores de segurança detestava
expor-se ao risco. Lógico, numa conturbada penumbra teosófica seu espírito
buscava pelo silêncio que alinha sua linha de raciocínio. Tinha tido parte de
sua máquina pensante corroída pelas intempéries maledicentes que oprimiram seu
ser. Então que uma voz íntima o guiou à um caminho. Ele chegou com suas
angústias e frustrações, tormentos e lamúrias à um senhorzinho que lhe apontou
pra cima. Ele ergueu a cabeça e viu uma casa. Ela abriu suas portas e de si
grande luz fez os olhos daquele humilde homem transbordarem. Entrou. Tudo se
acalmou. Nenhum pensamento tirava do centro além de sua percepção; foi
agraciado com uma visão de sucesso. E num piscar de olhos voltou à rua aonde
caminhava. Esse arrebatamento o motivara para ser perseverante e perspicaz à
realização de seus sonhos. Ele confirmou toda a inquietação sobre um encontro
pessoal com o divino; que lhe fez sentir grandioso e tremendamente feliz. De
volta aos chãos de um mundo de condições, partiu pros cálculos para ter o sonho
de sua vida realizado. Recebido de forma à apaziguar seu ser de que é possível
ir mais longe, então ele decidiu que sim. Pois tinha o conforto divino para lhe
propulsionar. De fé ele comprovara que nunca faltaria.
Não obstante, para que seu
negócio se desenhasse realmente era fundamental muito suor. Tinha literalmente
que correr atrás para que tudo desse certo. Aquele homem estava determinado à
empreender e não ia permitir que um segundo sequer escapasse de sua razão. Ele
tinha condições favoráveis e não se intimidou com a extensa lista de competências
com as quais tinha que lidar para pôr tudo em ordem. Todavia, conforme lutava
para encaixar as peças da engrenagem para seu negócio funcionar, percebeu que
precisava de um ânimo diferenciado. O vento soprou para um conhecido que sabia
de alguém que podia ajudar. Ele visitou o sitio da Apia e logo de início não
sabia do que se tratava, mas ao examinar bem constatou que precisava de um
serviço à nível espiritual para que as coisas andassem. Estava no lugar certo
então, no qual se livraria de suas recorrentes perturbações. Este homem
confirmou o plano de libertação de consciência e aceitou Yoshan Zlean como seu guru
crístico. Na primeira semana sentiu paz profunda e sua consciência se expandia
promovendo uma revisão existencial, na segunda já estava de fato livre das
contradições que persistiam negar-lhe seu próprio arbítrio. Na terceira semana
de liberto e sob mentoria quântica seu projeto se desenvolvia prosperamente.
Tudo o que estava faltando era de estímulo real positivo à seu espírito, uma
grande injeção de ânimo e dinamismo. Sua vida floriu. Logo encontrou também uma
namorada.
Sua vida fluiu, o casal se
tornara donos de um restaurante de comida nordestina. Ele se considera uma
pessoa ascendida pois saiu do marasmo. Negando toda a nulidade e centrando na
produtividade, pôs pra frente aquela tonelada que parecia para mover este
negócio. Esqueceu daqueles reflexões inúteis sobre “uma razão pra viver”. Na
luz do guru ele se conscientizou ser a razão de viver. O restaurante é hoje
reconhecidíssimo. Atende a milhares de novos turistas na pequena cidade onde
mora. Outro detalhe importantíssimo. O homem é assíduo adepto do círculo do
Mestre Yoshan Zlean o qual lhe oportunizou experiência com o sagrado. Em cinco anos e
com a vida firme, o casal teve seu primeiro filho. O homem dá seu testemunho
sobre a fé crística do Mestre:
“No começo eu estava tão perdido que
qualquer coisa que vibrasse poderia ser uma saída. Estava me sentindo
acorrentado. A vida me levou até este sítio pessoal do Mestre. Eu respirei
fundo e confiei. Incrivelmente minha mente se transformou. Me senti no controle
e o poder foi me dado para seguir em frente. Sou imensamente grato e admiro o
Mestre Yoshan Zlean pelo seu esforço valioso em alinhar e restaurar o padrão divino
das pessoas”.
Esta é uma das histórias de sucesso
protagonizadas pela Maestria da Luz Quântica que ilumina o caminho da verdade.
Cada pessoa que chega ao sítio entra na frequência da Luz Quântica que age
diretamente na solução dos problemas. A Luz Quântica é aliada do Divino que
promove uma verdadeira revolução interior. O Mestre dessa tecnologia espiritual
é reconhecido por seu dinamismo e praticidade na limpeza, restauração e
regeneração do padrão frequencial ideal. Ele canaliza as forças do divino à alterar
os pontos perceptivos correlacionais que enquadram a consciência. Realmente, o
Mestre Yoshan Zlean é reparador do tempo-científico e mentor crístico da ascensão.
Aquele que confia na sua sabedoria tem sua vida iluminada. O Mestre restaura
sua vida lhe dando vida nova na verdade. Ele irradia razão e sabedoria para
completa harmonia. O Mestre é sinônimo do divino. Ele protege as boas almas
defendendo-as das armadilhas do mal. O Mestre torna cada um ciente de seu papel
social.
A Revolução Interior é uma
técnica de ascensão espiritual desenvolvida por Yoshan Zlean. Ela garante
excelente aumento na qualidade de vida como um todo. Pois ela ativa regiões da
mente e alinha à dominância da razão, compreendendo o espectro de luz do
ser. Essa técnica apazigua padrões subconscientes de conflitos no qual acarretam
na dissonância e desarmonia. O Mestre Yoshan Zlean dedica-se a pesquisa e
desenvolvimento de tecnologia espiritual. Ele aproxima os sofredores à inserção
da consciência crística através de uma harmonização espectral de luz quântica. A
Revolução Interior realiza maravilhas produzindo um salto qualitativo de
valoração e determinação do tempo-científico.
Essa técnica tem mudado para
melhor muitas pessoas. Ela age sutilmente, resgatando das frequências
inferiores e elevando o padrão da luz à planos superiores. Ela irá transformar
o modo como você sente e percebe o mundo te presenteando com à verdade. Yoshan Zlean é
Mestre Ascensionado que optou cumprir sua missão de forma a progredi-la na vida
após a vida. Ele vem transformando o mundo na Vontade do Divino, aproximando a
natureza humana do que ela realmente é: conhecimento transcendente.
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