
Quem
nunca sonhou em ser e ter a vida perfeita? Não pense muito, isso é muito leve
para esse mundo denso de materialismos e espiritualismos. Leve consigo só a “ideia
de perfeição” e como ela pode ser concebida no tocante à um regimento de proposição:
“seria melhor assim ou assado”, por exemplo. A perfeição vai sendo feita, desde
a origem, ela é a obra das obras. Isso que é perfeição. A ausência da imagem, e
ao mesmo tempo, verossimilhante ao espelho vitorioso da natureza, mostra a face
da realeza. A perfeição aí é um idealismo que na cosmovisão é somente visão do
regimento proposicional do ser. Quem é feliz em seu conforto, é belíssimo em
sua estética. É do conforto divino que a beleza nutri com sabedoria, o
propósito da linguagem. A linguagem se transformou à pré-história. Foi feito um
revolução anti-horária ao fuso histórico. Nesta era, não se sente mais a
contratualidade formal, à saber, dos direitos, porém, ela deve ser fundada à
rigor para que viva na história como boa fé dos atos. A perfeição de um ser
imperfeito, levado ao seu agravamento, ou o torna feição heroica ou é resenhado
em seu trauma escancarado.
Sociologicamente,
a diferenciação da violência simbolizante superpõe a dor da benção, na qual vai
sendo filtrada até a autoconscientização, que é o remédio do procurador, sim,
dos prazeres, no balanço espirito-carne, para que o ser tenha-se o em si,
próprio! E não judiado pela aversão de sua própria natureza, oprimida pelo
totalitarismo dos antinaturais, o ser sufocado socialmente pode carregar sozinho
a cruz da multidão. Para isso, o Cristianismo é Essência indivisível à
individualidade. É a propriedade do ser, que o torna constitucional. Do
contrário disso, não haveria sociedade formal, nem o ser de cada um viveria fora
da ordem produtiva. Figuremos uma sociedade dimensionada somente em espírito, tão
pura que a carne humana seria inviável à vibração e poder, deste modo, seriamos
ingratos demais na despedida da forma do mundo. E há mundos com formas. Assim o
ser à luz da terra, traz consigo a luz do mundo para criar e curar.
A paz deve ser o silêncio, contida nela o
amor à Deus! Nesta vida, talvez, teremos uma pena final. É seu brilho que faz o
silêncio amar à Deus. Não perca sua sorte, por que cada um é dor e benção. A
priori, veementemente, como benção, a posteriori como dor. O que se fazer na
per-feição de quem perdeu o semblante da verdade e, injustamente condenado à
tirania que se sabota rapidamente, mentido sobre sua constitucionalidade? Por
que sua mente apagou o significado real da paz, e passou a viver no ópio do
respeitável público! É da experiência de ser social que nasce a virgindade do
ser natural. O ser social é um estado, na condição de sua axiomática. Daí a
perfeição é a síntese de se reconhecer, do si mesmo saber como é viver na
evolução. Filtrando do social, o que é melhor pra si. A paz do silêncio é
imortal. Por que o iluminado tem total compreensão da fenomenologia da razão. A
razão não pode ser sensibilizada por coisas contrárias à fé que o Cristianismo
Edificou na sociedade. Por isso, a educação deve começar antes do renascer. Por
que o mundo nos transcende em conjunto. E fazendo uma rápida matemática, tudo
pode ou não pode, depende da virtude com que o indivíduo busca à Deus para se
aventurar.
Comments
Post a Comment