
O que se apresenta como
realismo hoje em dia, é, de fato, surreal. A sociedade infestada por faltas de
virtudes marcam essa era desequilibrada. Não é seguro estar nem dentro de casa.
A indústria do virtual, como sua “era uma vez”, tenta adentrar a filosofia do
espírito com mágica manicomial, chamando isso de elevação transcendente do ego
individual ao super eu coletivo. O coletivo dos unidos no fracasso da paixão
pelo chão perdido. Eis o estado do caos no qual eles, sanguinários materialistas,
necessitam para estabelecer o controle das massas: a ruptura de sua fé no Deus
Fiel que no Amor Universal nos Une! Nos quer à Vida! Nem precisa sentir as
drasticidades recorrentes nos ciclos efêmeros da manipulação humana, despreze
essa anomalia dos fenômenos catastróficos de suas leis. Leia sua Fé! As causas
são mentiras, mas os efeitos são saúde. Seja efeito perfeito. Contra às causas
que fazem a ondulação dos planos trafegarem de corpo em corpo, perdidamente
insatisfeitos com a ilusão dos sentidos! Sejam mais bravos que a bravura
histórica dos Homens de Deus.
Como é ruim ter algum
conhecimento de algo. Por que qualquer coisa que se sustenta perece. Apenas o
que te guarda no invisível, a fé no centro do seu ser, na fonte da sua
criatividade transformadora, te encaminha à morte. Não há outro fenômeno
magnífico da vida que não seja morrer. Todo homem morrerá! De um jeito ou de
outro. É a lei da iluminação. Há uns que escolhem a razão da morte, outros que
se dispersão já na mortífera aniquilação da nulidade. Contudo, para se viver em
sociedade, é necessário aceitar sua anti-socialidade inata. Por mais que as
políticas democráticas tentem unir-nos num signo fashion de razão, a liberdade
singular de cada um tem o poder de deliberar a decisão do que dá dualidade.
Quando na verdade, não há energia boa ou ruim. Tudo é uma lei só: vazia. É o
aparente você, o espelho de sua alma, que regula os sentidos de sua
personalidade. O cristianismo por exemplo, é um engasgo moral na formação da
sociedade. Nós, os Cristos, devemos decidir e discernir nossa própria ascensão.
Cada Sangue de Jesus, tem o Santo Espírito do Pai, que o guardará justamente à
suprema raiz, donde brotam os nutrientes para que os frutos sejam colhidos.
Não adianta querer colher do
espetáculo da festa, sem antes mergulhar no solo de sua árvore. Quem não aniquilar
o mundo será morto por suas paixões pueris. O Reino de Deus não é daqueles que
falsamente amam uns aos outros, mas aqueles que amam à si mesmo conforme sua
própria vontade. Essa divisão do que é de cada um fundamenta a reprodução da
Santa Cruz. O Deus de cada um tem suas manifestações elementares. Há quem sirva
de um jeito, há quem sirva de outro, mas todos acabam servindo-se na
organicidade genial da Pedra Filosofal. Ser de Cristo requer negar a Cruz, por
que Jesus já acabou com a Obra do Pai. Não há mais retorno ou transgressão, mas
sim, experiência de vida. E a vida pode ser doce ou amarga, vai depender de
como você é capaz de sentir a consciência psicológica.
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