
Qualquer um pode desenvolver
talento à sabedoria. Sem ser julgado de estúpido. Quem está entregue a cor de
sua liberdade, é transparente com sua ignorância, de fato não sabe o que faz
para prevalecer sua inocência pura. Mas por que fazer “à vossa vontade”? Se
tudo pode mudar num piscar de olhos? Existe uma ordem eterna? Sim, ela é Santa!
Isso quer dizer que dominam os segredos místicos disso que não existe: a
realidade. A realidade é uma apreensão da psicologia fenomenológica. Sim, somos
matéria causal além da consciência, transitamos por emoções e reciclamos
vibrações de ideias. A filosofia serve para desnudar o corpo sujo à pureza da
alma. A filosofia não é fixa! Ela finca no globo do olho de Gaya, a Presença do
Eu Sou! Tanto razão quanto emoção, tanto introspecção quanto extroversão, tanto
criação quanto destruição. E nessas polarizações de singularidades à
absolutidades, cada universo converte a complexidade das ressonâncias do agora.
É na dialética do agora que tudo está quântico para ser feito, há bens que
fazem mal, e há maus que fazem bem. Tudo dependerá de como o alquimista observa
sua bioesfera interna.
Quem vive à direita, exclui
do ego os fantasmas que perambulam no mundo externo para, inversamente, ter um
pouco de atenção. Essa falta que faz na grama do vizinho o leva à olhar para
fora da aceitação divina de seu mundo. O indivíduo cármico renasce com um olhar
para o reflexo de suas faltas inconscientes. O universo da consciência está
sempre a sinalizar donde buscar forças, esse é o incentivo do qual a natureza
de cada um precisa para se emancipar dos cordões umbilicais de ser amado. Quem
precisa ser amado para viver bem? O Homem do Pai é Vida Eterna! É também Morte
Eterna! O que te assusta é o que deve ser curado. Se o inferno pode parecer
maligno e macabro, ele é o repouso do amor profundo ao pecado. O pecado é uma
graça realmente digna. As evidências do consumo energético estão no seu ser. É
ver para crer, lutando para sempre e sempre e sempre até que algo o faça
realmente parar de amar e sofrer. As culturalidades odeiam a liberdade. Elas
querem que os sujeitos se parecem intercruzadas numa sinfonia derretedora de
qualquer futuro.
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