
E o maremoto da guerra
etérea dos pensamentos aflitos por uma ilusão são: maré morta! A crença no
irreal leva o ser a experimentar, para lucrar, rompendo a barreira do surreal.
O ideal está na lei da singularidade. Nada pode destruir a macro teoria da linha
entre universalidade e singularidade. Seu universo responde à sua obra. O que
você tem feito para se harmonizar na sua razão? Que é sobretudo, razão da
ideação? A produção de características estéticas são extraordinárias no combate
contemporâneo à imbecilidade. Cético ou não de sua própria função modular,
ficar imbecil por um tempinho é prova de alta resistência da sabedoria contra a
ignorância. Por que até mesmo a imbecilidade é auxiliar na contiguidade que se
remonta para contrastar a dialética do agora. Onde estivestes aquele tempo, em
que o estado do ego te fez sacar armas para enfrentar o oculto? Aquele gatilho
diabólico foi necessário para aprender algo novo, um novo que já era velho mas
que precisava ser desenterrado para ser inteirado na sua objetividade.
Sim, as interferências no
verdadeiro agora são cheias de graça, por que o súbito viajante da
situacionalidade emocional ajustou seu ser para seguir à frente. Você não é
mais adepto da verdade do homem. Você não tem mais uma vida neste mundo. Você
se reconhece como ilusão! Mas virtuosamente, transmites o bem da aproximação
entre o paraíso do seu destino e a reta de sua vitória. Nada pode tirar-lhe a
concentração à construção. Não há ente de força que te faça ficar doente no
centro da guerra. A maré está morta! Você pode ter sido incompreendido, assim
como o caos faz com cada um de nós. Você pode ter se perdido da autoimagem e
sua voz interior ter sido abafada, mas você pode reconstruir esse tempo num
piscar de olhos. Por que seus olhos, cheios de graça e fé, não são do tempo,
mas sim do Eterno! Cada um de nós já estamos no máximo à construção do novo
tempo. Conforme a vontade divina, somos um presente que não se tange, à não ser
que você si apresente.
Só há chave da vida para
quem faz dela a soma das transformações. Nada se perdeu, nada se criou, mas tudo
se transformou, equalizando na evolução do próprio presente, é sempre futuro! O
homem bom também é mal, por isso ele brinca com a força de seus inimigos para
testar a capacidade de seu poder. Ninguém pode levar a liberdade de uma vida
que nasceu pra ser livre. Talvez haja na divisão entre os olhos o centro
visionário, o equilíbrio entre o senso da percepção e o resultado da única
manifestação que existe, a própria ação. E a ação se configura em diversos
níveis de vibração. Mas a ação nunca está parada. Não seja o verbo de outrem,
mas use de seu dinamismo para verbalizar a tempestade infinita que timbra no
peito como luz negra. Acenda sua lâmpada para despertar seu gênio! Cante a
vibração sonora e incessante da progressão do poder. Você é quem si
possibilita. Determine suas posses!
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