
Perdão!
Sempre! É melhor esquecer e não retribuir danos. Mas na vida material, o perdão
pode vir com o aquecimento memorial do direito. E o direito do homem ninguém
pode oprimir! O perdão está acompanhado com o direito à admiração não pelo
esquecimento, mas pela humildade e dano atribuído no conjunto da razão. Então
procurem no dano sobre o seu direito, e sejas retribuído com o perdão. O perdão
é um processo, e assim em curso, é de ser apreciado. O Estado recupera aqueles
que sofreram pelo dano dos que retribuíram o dano. Não como dano, mas sim
doando-lhes o que lhes pertence. Para evitar confusões que arriscam o espírito
danificado, é justo o perdão. Pela via judicial, ou celestial. Vão na mesma
direção. Então, sejamos olímpicos! Aplique a cidadania com coragem! Vá ao
centro do espetáculo, leve seu malabares e que o fogo ascenda-o à verdade do
juízo. Joguem-se no preparo, sem parar, por que não há como evitar, a confusão
já é exagerada. Somente aquele que tem sua verdadeira razão poderá se livrar
com a melhor defesa: o ataque fatal.
Perdão!
Sempre! É de mérito àquele que esquece para ser lembrado. O “esquecer” nunca
fica perdido. Nem o perdão pode fazer alguém simplesmente esquecer de um
momento da vida. É fundamental aquecer a situação, faze-la ferver. É altamente
moral trazer à tonificação do Estado, tudo aquilo que foi passado pelo
universo. É notável à destreza da harmonia dos simples de coração e mentes
grandiosas demais para caber no cérebro. A mente deve se superiorizar-se das garrilhas
que liberam à terra. Sim, pés no chão e mente conservante, bem avante, onde o
silêncio é brilhante como a ética guiada ao prazer. Quem pode negar a
personalidade e natureza de um bem? De um simples being? Se fostes selvagem no
país onde há tanta selvageria que os fazem de formigas. Assim como o corpo
formiga da amizade universal coligada no romance de Rajanakalej e Nernanda, a
mente não pode ficar na língua do tempo. É muito carma para resolver sem ter
noção de sabedoria imprescindível para não titubear na frente do gol e chutar a
grama. Mas se você ama à si próprio, já bêbado do ópio dos oprimidos, querido
cidadão(a), acione seu povo, por que o Brazil não é uma nação que desampara, e
sim, doa-se à amparo para que possas voar pelo mundo.
Perdão!
Sempre! Para aqueles confundidos na deontologia. Nem toda filosofia é
congruente com o amor de uma nação. Mas, certamente, ninguém pode ficar
desprotegido da constitucionalidade. No tocante tanto à deveres como aos
direitos. Se seu dever foi consumir prazer que o sistema subverte em dor, por
que a matriz antiga visava re-expropriar a subjetividade. E onde isso pode
levar um mortal golpe, onde deveria, já no dever e direito coerente, o papel de
bravura e honestidade. O que a mente pragmática, Estado, faz com a inocência
que busca o amor ao saber? Confrontar-se em sua legitimidade de representação
do direito. Cabe a luz revelar o que deve ser perdoado, para que o cidadão não
seja deteriorado pela culpa do Tempo do Estado. A questão, do Tempo do Estado,
tanto política quanto pessoal, precisa seriamente ser avaliada com o olhar
translucido do profissionalismo. Como o tempo, muda, e o dano continua danoso, é primordial à cidadania brasileira, reparar o estrago da legitimidade
constitucional na vocação à Lei. Se o Estado perdeu-se no tempo, e causou dano
ao seu, é pétreo à condição da Democracia de Direito.
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