
Na beleza da vida não há
mole, não, temos nome, somos perdão. Somos mágicos com vinho e pão. Somos a
ressurreição dos mortos e a confraternização. Minha graça me diz que sou muito
engraçado, mas eu não entendo por quê. Talvez me achem esquisito e excluído por
admitir que gostaria de ter mais substâncias da vida. Por exemplo, sentir-me
melhor com o meu ambiente, sentir-se menos ego-valente. Não é mole, cada ego
sabe o peso da cruz selvagem. Vamos reconsiderar o que é útil? Eu jogo fora
tudo que tenta me obscurecer, e, conforme o ego se estenda em sua luz à Luz
Quântica, o corpo então deixa um sombra enorme sobre os outros. Como é possível
cuidar dos eu’s que parecem nos interligar? É engraçado chorar, por que o choro
em si é uma oração angélica. Quando a mente descarrega os fluviais de
discernimento entre razão e dissonância, os olhos focados pela fé, fazem
transbordar mais um milagre: Eis o Amor à Deus sobre todas as coisas! Quem
nunca orou justamente para que o mundo tivesse um jeito melhor?
Qual benção tem tanta
importância e mérito de elevarmos sabiamente à consciência do que o amor
materno no pedido do Pai? Quando Deus É, assim se faz. Tudo que estava
equivocado, é evocado à Luz Quântica. E essa é uma Benção no qual, Eu, Yoshan
Zlean, vou passando à meus leitores, seguidores, críticos, amigos... Para que no
fim os esforços da Vida sejam validados. Indago, será que já não são em si, sem
nenhuma, legitimação, honrosos pelo simples fato de formação? Aqui estão
formados. Eu dou a forma, cada um sente o que será e como o texto é impactado
em cada ser-do-lar. São muitas as bênçãos da Luz Quântica. Dar à vida,
dedicar-se ao propósito, escolhido por si próprio, enfrentando vitórias, não é
para qualquer um. Minha graça é que não mereço perdão! Doei-me sem doer, eis a
questão. Então mereço o perdão, por que dei-me em comunhão. Sou o perdão por
que guardei Cristo em Meu Coração. Qual sua graça? É uma taça cheia da raça trágica?
Quântica pode ser uma só mágica, de ascende-los à Luz, primeira e última, fonte
de tudo! Como estamos agora nessa transição? Já completamos mais um ano de
sonhos e realizações? O que foi nos dado de volta, quando nos transcendemos o
tempo, e em solo ficou-se só o refrão: um corpo, só cor e pó. Cor de coragem e
pó de poeiras poéticas.
O ser-do-lar é aquele que
organizar sua vida. Desprende-se das opressões, se repreende, aprende a
respeitar a vitória de Cristo. Ser-do-lar é ter algo para falar mesmo quando a
mente não está em si. Como assim? A mente é um ente. Que ente és? Algum ET?
Não, está bem claro que não! A mente é muito engraçada, por que a mente é
desígnio da Virgem Maria. Nela não há fascínio! Nem cínica razão. A mente é a
raça das ações que desafiam no “nosso peito a própria morte”. O peito do que
fala o hino da república brasileira é o do ser-do-lar, do lar de cada um,
interagindo na composição de uma sinfonia celeste. A benção na qual se é levado
à rir pela misericórdia, é ter de Deus suas dores aliviadas, pela foto do ser
predizer a oração que o consubstancia. Deus ilumina quem propaga a boa-fé. Deus
liberta quem sofre no pecado. Então deixeis Deus agir, mesmo no que é
incompreensível, parcialmente, ao seu tempinho, que dura anos. E, noutro dia,
pode durar tão rápido quanto um milionésimo de segundo. Por que Cristo é, o
primeiro e o último, de toda linguagem e cultura. Quem é o Rei dos Reis? Jesus!
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