
É difícil saber qual é a
razão do homem que comporta a vida das vidas. Eis o avatar não do homem, nem de
sua alma, mas da Alma que, se aprecia com o Deus Pai. Eu sou quem digo ser, não
faço o que não deve ser feito por que batalho entre o não e o sim. Tudo tem sua
hora, de dizer sim, À Deus! Deixarei de discriminar, mas discriminarei quando
necessário, igualmente, de tentar separar as cores de uma só raça, apesar de
ser geneticamente verídico, os humanos tem raças. Mas a raça na qual Deus vos
desdobra pertinência é o mais nobre dos sentimentos: Amor à Deus! Deixemos de lado,
no passado, aquilo que foi: rótulos! Não sejamos desorientados à reconstruir um
tempo. Esse tempo é precioso e não ocioso em revisões. Olhem para construção da
harmônica do mundo. Estamos caminhando à uma fé gigantesca de união ao amor à
Vida. Queremos ser livres, não de viver, mas sim de participar nesse tão
sonhado Amor. Amor de acordar, mas despojados das entrelinhas que ousam
entrelaçar o discernimento. Para darmos juízo ao que podemos fazer.
Fazer amor nem que haja
distância, sonhamos também acordados – até! Fui atrás, pois estou também à
frente e, de sobremodo, na guarda dos lados. Muitas coisas se vão, é necessário
para que vás embora no que você assume ser. E és o ser no mundo, conhecimento
do pó ao líquido, que concretiza objetivos, e transforma sonhos no que acaba-se
de ver: olhe ao redor, não parece um lindo sonho? Caso estejais consciente, é
provável que sim. Contudo, não somos totalmente. Variamos para ter obter
dinamismo que nos astraliza, e nessas varinha mágica da variação, a ação se
concentra e condiciona à ser, presença inigualável. Quem é o mesmo de um tempo
pra outro? Melhor dizendo, quem é o mesmo, na relatividade, que pratica alguma
espécie de relação de atividade? A atividade do absoluto é o presente de
pertencer às ordens de em si ser inteiramente. E a Luz Quântica, na qual Deus
Pai fala, mais no silêncio no que no aquecimento da informação, é louvável! A
informação que está presumida, possa desaparecer, e ser mantida exsurgir na
hora fundamental.
O tempo esconde os enigmas
de ser bendito com semelhança de Deus Pai. É tão simples que, não há
contradição não numa só intenção, mas em toda a cosmovisão. Hoje em dia o
pensar deveria ser reconhecido como atividade de sabedoria. Não pensar demais,
e sim, poupando a consciência de ter demasiada liberdade em perguntar o que
mais preciso saber, se já Sou o que Sou? Definidos e indefinidos, pretéritos e
futuros, uns até infinitos e inefáveis. Mas a verdade contemporânea acerca do
pensar, é que o pensamento em si não pode barulhar. Escute com sua boca fechada
para que sua cristalinidade junte toda sua riqueza. Não vos desconcentreis da
razão. A razão é ser acima donde a escuridão tenta nos desabitar da luz.
Certamente, é subjetiva, porém, firme na objetividade. A individualidade é
conter uma palavra de dizer quando sim, e quando não, de agora com a condição
de ter razão. No estudo da razão, que não me atrevo em dissertar aqui, a razão
impera. E quem não há tem, simplesmente é levado à recombinar-se à consciência
entre o mundo fantástico que nos imbui em comunhão e, em alguns casos, nos
profere à incondicionalidade da salvação! Estão no amor?
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