
O desejo é sinuoso, por que
as coisas são atenções que oras bloqueiam o que há de valor, ora precisam ser
trocadas. O desejo é circulação da consciência. Quem não deseja, ainda assim
deseja: que é desejar sem nada desejar, ou desejar está como estar, no consumo
de seu próprio produto. O desejo é só uma marca à ser colocada em algum lugar
do corpo de pertences. O desejo, na real, não é consumo, nem consumido, o
desejo nem necessidade é, o desejo é aquilo que o que lhe causa quer: quer ser
desejável à desejar o desejo. Contudo, na realidade humana, os desejos são
criaturas no modo como o ser humano imagina captar atenção para sua
sustentação. O desejo cristalino se tornará realidade quando tomemos atitude de
entregarmos todos os desejos individuais ao ETERNO, e, confiante Nele, possamos
perder tudo para absolutamente nada receber em troca.
O desejo puro não está na
sua liberdade de consciência. Isso é uma sensação de existência. Quando você
vai para além da existência, você não é mais nada. O que vale para Deus é esse
valor: nada do que os mortais façam importam para Ele. Nenhuma ideia ou valores
do espectro humano são de relevância ao ETERNO. Então, cabe à cada um, desde a
concepção à luz do mundo, vir à terra para desejar. O desejo é um dos alimentos
da humanidade. Temos desejos de vários tipos, e cada vez mais, a teórica do
desejo se firma: a vontade de realizar é uma função inata do animal humano. Os
humanos tem desejos que vão de espirituais, psicológicos à orgânicos. Os de
espírito, focam na fotossíntese daquilo determinado à alcançarem. Os
psicológicos, que abrangem muitas faculdades e fenômenos, são como os estados
da matérias em constante transformação. E os orgânicos são a síntese desses
três fatores, no qual consistem em regar as plantas de suas aplicações
energéticas.
Pra quê temer desejar o que lhe chama o prazer? Isso não
esbarraria na ignorância que te faz adormecer desconhecendo à si mesmo? No
entanto, nem todo prazer é realmente prazer de fato. Há prazeres proibidos pela
ética. E a ética do homem natural é servir à Deus. Entretanto, o livre-arbítrio
é respeitado do mais profundo inferno aos céus. Você tem seu poder de escolher
sentir ou não sentir o que a vida te oferece. Nessa mercadologia de uma lógica
booleana, os sujeitos vão caçando e sendo caçados por singular especialidades
de cada representante da raça. Experimentar desejos é tomar ciência de sua
essência, de se desenvolver e comprovar o que é melhor à sua personalidade e
inteligência. Não se culpem por ter desejo. O desejo não é inimigo do homem. O
desejo sem ação para alcançar o objetivo sim, se perde na subjetividade. A
vontade é uma potência que precisa ser bem trabalhada.
O poder da mente está em
constante mutação, mas há algo que não muda: que é a integridade do espírito.
Isso é ser todo, sem ser de todos. A individualidade retoma mais forte do que
nunca, e cada um procura asseverar sua historicidade enquanto vivente de
aventuras e desventuras. Temer a vontade que te direciona à ser quem você é, é
se destruir! Portanto, não titubeeis em aprender e reaprender a se encontrar de
onde você nunca partiu: dos desejos de ser. Seja! Vá sendo. Vá construindo a
significância do seu desejo. E resinificando aquilo que des-ejou!
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