
O capitalismo pareceu ter
dado uma ondulada com a globalização, trazendo informalismo e enchendo o mundo
de multicultura. O que isso tudo acarretou à questão da identidade nacional e
geopolítica estratégica das massas? O capitalismo foi aderindo à governabilidade
de governos dúbios. Tais governos, na maior parte mundial, só mantiveram o
regime de estelionato legalizado no processo democrático. E, de tal democracia,
apenas algumas fichas já combinadas entram no jogo do vai-e-vem para afastar o
Reino do povo. O capitalismo escancarou com a internet, conhecimentos antigos que,
na verdade, só fizeram retroceder a mentalidade contemporânea. A propaganda de
filosofias europeias se assassinou e trabalhou coordenadamente para revisão
desse caos. A revolução comunista está se dissolvendo com o desmoronamento da
incompetência de Estados Terroristas administrando a coisa pública.
O capitalismo então
reaparece as camadas mais carentes como reestruturação da filosofia política do
sistema, podendo reorganizar os valores e o respeito com a humanidade que o
modelo econômico propõe. O capitalismo aponta um novo rumo nessa virada de
década: vimos que a usurpação da lei, a transgressão da moralidade, que as
revoluções desorientadas, não produzem riqueza, e sim, retardam a produção de
riqueza. Percebemos também que, as intenções teóricas nos planos da
globalização não saíram do papel, e mantiveram o aspecto predatório contra os
mais pobres. Esse Estado Terrorista sistematicamente operando o livre-arbítrio
revela a desumanidade em que vivemos e sobrevivemos. Entrementes, com o
pouco que se tem, é possível construir uma morada. O capitalismo concede essa
dignidade de prova no qual o ser humano demonstra-se capaz de ser sua grande
potência.
Uns usam de forças para
manipular, atrair o interesse à sua mercadoria, outros, fazem o que podem para
receberem o olhar de quem se interessa. Nesse novo rumo do capitalismo, temos
uma nova história, na qual nada ficou para trás. Muitos dos crimes humanos e
das corrupções terão justiça. É possível acreditar que o dinheiro não é Deus! É
só uma condição de manutenção de troca de ideias. As pessoas sacrificam à alma
para terem o deusinheiro e o espetáculo garantido. São capazes de guerrear para
sentir a sobre naturalidade do que se apresenta como poder na terra. A riqueza
material propicia várias outras riquezas e gera confortos. Pois este é o foco
do mundo material: o ser materialista. Não tem fundamento a prática do negócio
onde foi-se super explorado sem a circulação de capital.
Por que o capital
massivo ficou reservado em crédito que não é crédito! O trabalhador é somente o
capital de giro corporativo. E a informação é só uma ilusão perceptiva que
induz o sujeito à querer ter o que está lhe faltando: trabalhar, consumir e
reproduzir. Nisso se resume a ética do materialismo. Com a falência em rede dos
órgãos de influência mundial por insuficiência de caráter, inescrupulosas
manipulações, e maledicência fantasiada, podemos apontar que a ideia de um
mundo imperializado e articulado informacionalmente já se tornou obsoleto. A
globalização deu errado, por que a crise do capital continua estancada no
egoísmo da cadeia predatória. É um direito? É! Isso é liberalismo. Mas
totalmente anarquizado leva à corrupção e subversão da moral anárquica. O
terror à dependência assola a mentalidade dos vulneráveis à condição da Era do Poder.
E, infelizmente, o poder não está no povo!
Comments
Post a Comment