
Toda a diferença jamais virá
da igualdade daqueles que se dizem amar para guerrear com suas diferenças. É
deveras radical esse dito amor pela falsa aceitação indiscriminada só para unir
a diversidade à uma potência de totalitarismo, no qual, a fábrica política vai
remodelando o ser de cada um para atender as demandas do sistema vigente. Com
um futuro de mercados flutuantes, é trabalhoso ter um ajuste da saúde social de
determinadas culturas, pois elas são afetadas por vários fatores, por exemplo:
filosofia econômica, políticas de mercado, educação e saudade, entre outros. O
seu ser, nesta maré secular, pode até ter esperada que o fim dos tempos chegou.
Então não estamos mais no tempo. Por tal razão, fingimos e não fingimos estar
conectados multiplamente, com ramificadas ligações de estados existenciais. As
instituições tradicionais, como as igrejas, foram drasticamente incorporadas
pelo mercado de capitais na engenharia mágica da escola da vida. Uns precisam
somente se apegar à tradição e se aplicar à doutrina, outros tem mentalidade
com outra iluminação de ser no mundo. De um modo ou de outro, espiritualmente
falando, o mundo sempre esteve além de si próprio. E o que faz o ser resistir
as transformações inesperadas de viver sua liberdade de cultura, pois muitas
destas insurgências e revoluções são prejuízos à prosperidade da sanidade
mental.
Ontologicamente falando,
todo que pensa existi, e nele fica a responsabilidade de sobre-existir, isto é,
de bem superar o velho paradigma da ignorância. É preciso sim, descobrir coisas
novas, mais com sabedoria indissolúvel, para que não haja confusões entre
tantos saberes que nada sabe, corroendo o tempo de existir sem ser que és. As
lições que aprendemos com as emoções escondidas e outras sacaneadas pelo meio
da vida selvagem, nos põe em prova que ser humano deve firmar-se no Absoluto, e
não cair na ilusão capturadora da falta de fé, que faz o homem ser mais que um
simples objeto de prazer. O Absoluto é o amor, mas não propagandeio esse amor
como um ato desesperado, tudo tem seu tempo, perguntas e respostas são
respondidas, decisões são legitimadas por razões que transcendem à
fenomenologia da psicologia. E não somente envolve a manipulação da natureza
para filosofar aos currais, as sardinhas que nadam juntas. Não é que, viver
socialmente seja desagradável, cada um tem tempos para degustar de virtudes
para desenvolver-se como bem entender.
Ao filósofo cabe-se
questionar, sem dúvidas, mas questionar sem freios é se meter no olho de seu
próprio furacão da perda de sua acadêmica individual que é existir na evolução
da alma humana. Doutro modo, o filosofar cotidiano camuflado nas raízes
cerebrais do Cérbero, ou é simplesmente um ser de tendência angelical, ou algo
que o amor à sabedoria terá que investigar para saber se a sabedoria dos homens
é maior que a de Deus Pai. O homem moderno evoluiu com bênçãos e maldições do
passado, e agora, o maior desafio é separar o que é coisa do que é valor, mesmo
que isso seja relativo. A multicultura democrática que se emergiu na virada e
revirada do fim da revolução comunista, vem vomitando como é nocivo a
democratização do Estado, por que ele acaba se tornando vítima de suas crias,
cruelmente violentadas por todos os lados para discernir o que fazer da vida:
fazer à diferença pela graça para os homens ou para Cristo?
Comments
Post a Comment