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Paranoia Perversista: A Luxúria pelo Poder




Paranoia Perversista: A Luxúria pelo Poder 


Nós todos temos um ímpeto, que já dizia Freud, nos baliza para o prazer primal de viver a realidade e regozijar na verdade - estes são o princípio do prazer e o princípio da realidade. E verdade essa que Lacan observa, lá junto dos surrealistas como Kierkegaard, e trazendo a herança dos icônicos Marx e Hegel de que a “a verdade é a subjetividade”. Sendo assim, em termos gregos e psicanalíticos, a verdade é um engenho da realidade, e a realidade está submersa no inconsciente. Para os gregos, é o noumenal. Ou seja, o unfanthomable X de Lacan, um neoevangelista, ou mesmo o próprio Capital do criativo, porém perversista, se tratando antropologicamente do édipo, Marx, que no outro lado da balança, teve uma visão generalista de que tudo sucumbiria a unidade indispensável do avesso do cristianismo. Até aí, ficamos com “o mais sublime dos histéricos”, como diz Zizek sobre Hegel. Hegel funda o ponto de partida da individualidade, enquanto Marx segue na contramão, pensando na condensação da subjetividade coletiva. Ora se para o capitalismo o que distingue a subjetividade, e aqui eu intervenho com Zizek, que tudo no capitalismo é fascista. Sim, Zizek é um lunático burguês, que viu no niilismo uma fonte inesgotável de subversão e retórica. Para Zizek, Jesus Cristo foi uma pessoa comum, mas com extraordinário talento as artes cênicas. Embora Zizek não seja aprofundado na Gnose ou nas ciências esotéricas como a Kabbalah, ele prefere vilipendiar redutivamente o sujeito (mundo), a uma continental floresta obscura, e aqui faço uma restrita observação com Heidegger. Esse mundo entre a psicanálise e a filosofia só pode ser o void dos budistas, que é medido por um único Dasein. 

O Dasein da loucura entre firmar a tensão intersubjetiva à dissolução entre leste e oeste pra ver o que acontece. Com um filósofo continental amplamente propagandeado como Zizek, não precisamos de uma única pessoa para educá-la. Uma vez que essa mesmo imago foi replicado viralmente. E realmente virou a mente. Não como ele propôs, em “Menos que Nada”, o retorno ao idealismo hegeliano. Hegel não pôde ficar para trás dos simples truques de hipóteses infladas de Zizek. Com um forte filósofo que lucrou as custas de uma loucura criminal, nós não precisaríamos do Outro. Pois o Grande Outro é a “metastase do prazer”, isto é, a perversão comuno-fascista da mais-valia da alta burguesia, que para Deleuze, cometeu o mais íntimo erro, que foi dormir no sonho do Outro. Enquanto estivermos acesos na firmeza de nossa subjetividade racional, Cristo não será visto como uma “monstruosidade”. Zizek portanto, é o mais autistas dos paranoicos. Voltando à Hegel com Kant, temos a razão categórica da individualidade castrada. Esse é nosso ponto de partida, quando o assunto não é debater o antagonismo na filosofia. Quando um filósofo se opõe a Platão, ele dorme no veneno da persuasão da perversão paranoica. O que ele disser, será uma eugênica multifacetada realidade. Pois o filósofo não é aquele que ama, a ponto de perder-se de vista e negar sua psique - sua natureza grandiosa. O verdadeiro filósofo é aquele que nada professou, nada interferiu no destino, nada causou ou fez caos do espírito. 


Gostaria de propor um rebuscamento ao lacanismo. Castrados, somos menos susceptíveis à terrível kundalini dos poderes ocultos, e nos mantemos em fé à era eterna da razão. Nossa realidade histórica não pode ser perdida pelo anti-historicismo dos egos voadores, nem da reinvenção de nossa identidade, trazendo o velho folclore dos antigos arquétipos à tona, como, por exemplo, os xamãs, as bruxas, os alquimistas. Deus nos fez filhos do Altíssimo, para assemelhamos ao infinito. Não devemos ser subjugados por vãs filosofias que espelham o mal. Temos que dar um passo à frente com o dom do Espírito Santo. E grande foi Jacques Lacan, em categorizar a clínica e sobretudo, idealizar a libido que estava oculta na personalidade. Para iluminar, o Pai, que é dele a glória, havia-vindo preparado para salutar o Deus de nossa soberania. Somos herdeiros do progresso do nó borromeano na sua teoria da trindade. É desse ponto chave de particularidade, que, diria, é mais solúvel a compreensão do Complexo de Édipo. “Nós devemos amar à Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.” O mito de édipo, e a pessoa edipiana por assim dizer, não vai permitir que o falo (logos) falhe. É verdade, até mesmo em sua duplicidade o que disse Hegel, que “o desejo é a ferida da realidade”. Estamos enfrentando sempre os lapsos do desejo, mas aqui devo discernir, o desejo materialista, da vontade iluminada. Ora, antes de preparar essa redação, meu Patriarca Abraão vinha me “desnodando” e desenvolvendo até que eu exsurgir do inconsciente para poder elaborar essa redação. Particularmente, tenho minhas incisões multiculturais, mas sem jamais perder a docilidade cristã. 

Esse é o nome mais temível e respeitável, sem querermos diminui-lo a um avatar; Jesus Cristo. Quando o amor nos toca, percebemos que falamos todas as línguas, mas há uma lalangue no inconsciente: o braço forte triunfante! Seu nome é o do Pai, o nome do real, a nossa moeda. O real brasileiro é que enfrenta-se uma perscrutação pela verdade. Mas, como já afirmado, a verdade é esse absoluto que líquida as ideologias e patologias. Quando pensamos no amor, nos conscientizamos que é realmente importante obedecer à razão do equilíbrio entre as coisas do mundo e o lugar especial que Jesus Cristo nos prometeu se seguisse-mos-O e se sofrermos pelo seu Nome. O altíssimo nos aguarda, e os esforços da subjetividade em experimentar a bem-aventurança nos faz uma reviravolta psicanalítica em respeito da cura. Quando estaremos curados das perversões paranoicas da alta burguesia que super-explora o nada? Observemos as câmaras federais, e pensemos três vezes se o modelo republicano tem-nos garantido constitucionalmente; 

ou o princípio do prazer (buscar o ouro) ou cutucar a ferida (tentar do nada extrair uma impossibilidade). Pois foi esse “isso” da paranoia republicana que transtornou a esquerda, que é a direita do canhoto, com seu recalque de que o Estado deve ser dizimado, pelo menos em discurso de aparência retórica, para que se favoreça uma ordem legal. Pois bem, com o estardalhaço psicocultural, hoje temos sujeitos histriônicos e com “ritmos” psicopáticos ao trabalho, e não adianta ao direito, na sua perícia, dizimar esse pequeno estado. Ora, se alguém comete um atentado à constituição, moral e eticamente, qual exemplo educacional devemos sugerir? O de punir para educar, sublimando o processo régio da divisão entre bem e mal. Ou simplesmente abrandar sua culpa e desfazê-lo, normalizar sua cultura, a fim de que assim, todos possam ser perdoados? Criamos o mito Lula-Dilma, que é o maior escândalo de estratégias de Estado, imorais e perversas. Diminuindo o sujeito à sua inversão fanática, temos uma legião de hipócritas. Devemos dizer, “tudo bem”, eles não sabem o que fazem? Não saber o que fazer é faticidade, ter noção do mal que faz com a estampa do sumo bem é uma delinquência. 

Embora os tempos tenham mudado, a culturalidade da consciência ficou com seus estanques desejos, repressões, complexos e transtornos. O Brasil só pode ir para frente quando não temer que o caráter assumido do Estado é O Estado perpétuo, devemos ter ciência disso. De que vivemos um romance, e nele há seus dramas e correntes fetichistas. Devemos ter o bom e velho discernimento sobre as consequências comportamentais. Ao invés das escolas virarem uma indústria de xerox, imprimindo sobre as costas da pimpolhada anarquista, um vislumbre de sobrevivência maior e melhor do que dissimuladamente escutar seu professor. Nem todo professor é bom, mas antes a passiva sofrência do que o ataque ao que o Estado defende sob a custódia da violência simbólica. Uma escola eficiente é a que liberta e traz fortuna. Uma escola que ensinará pra toda a vida o significado de matrícula e curso. Assim, uma instituição de ensino deve ter eficiência ao propósito do projeto político pedagógico. 

Castremos o desejo egoísta, desajustado, e demos à luz ao que nos tornamos; complexos demais para não amar o Outro. Em milhares de folhetos e folhetins da mais infinita e pura criatividade. O respeito e a consideração pelo preço do passado, em ter aprendido a reprovar a droga que não nos compete. Estando vigilantes, podemos exercer o fundamento ético do amor; a prudência ante a violência, a modéstia e contentamento, ante a luxúria. Devemos sair da fixação da fama. Demos nos submeter a verdade, que somente cabendo ao Altíssimo, teremos uma mente limpa, sentimentos verdadeiros, forças societais de que a consciência da razão é um amor incondicional. Para curarmos uma ferida societal, devemos ter em mente a inteligência do Pai Nosso e sua providência. Nem parece nem desaparece, é apenas uma questão de tempo. Negar a razão, que é Jesus Cristo, caminho e ordem ao Pai, nos torna perversos para engrandecer nosso ego ao tamanho de Deus. Ninguém se assemelha ao Pai Nosso. Embora o objeto da governança de esquerda seja tornar o Estado em um Panteão, é desolador ainda a direita não ter a confiança da unidade em Jesus Cristo. 

Nossa constituição não provê uma ética às epopeias dos filósofos invisíveis. Mas deve garantir que o valor do homem e da mulher sejam legais e positivos. Lacan então vem com o arco íris, que é somente refração da luz, a fazer a ponte do intersubjetivo. Nossa constituição não é exclusiva ao poder político dos sofistas, que enxergam a realidade como a macieira da prosperidade. Nem devemos, por outro lado, reprimir-mos a ideia de que trabalhar é explorar o outro. Definitivamente não! A lógica do inconsciente capitalista se lastreia na bem-aventurança do usufruto da liberdade. Daí, questiona-se o passado, onde os esquerdistas estão agora, se se escondem atrás de máscaras, fora a legal, ou se continuam a cutucar o próximo com a ousadia reversa? Se é a igreja que mantém-os na condição de leigos, cabe também fazer cada um sua parte para receber o bem em fazer o bem. E não se entulhar de negativismos para atacar a reputação do próximo. “Não olhei os vossos pecados, mas a fé que anima a vossa igreja.” Isso bem nos diz, claramente: “ame-se, deseje uma vida, trabalhe para conquistar-se”. 

Essa vida que desejamos é nossa condição fundamental, a pedra removida, a ascensão de que devemos dar a "César o que é de César.” Fito uma análise com aspectos deontológicos, não para dizer que sim, é em razão. Mas enfim, com o intuito que cabe a clínica, separar o joio do trigo. O trigo pros lacanianos é a tomada do amor à castração fálica. Nós pensamos, logo existimos. Mas imagine se ninguém pensasse? Não haveria o fluxo de consciência. Logo, é impossível existirmos. Só se é o que se é, pela assertiva da positivação fálica, pertence ao Yang inseminar o mundo com a luz da verdade na escuridão do útero (lugar da reprodução). Pois no início era o verbo (falo), e o verbo era Deus (Jesus Cristo). E em Gênesis 1:1-19; “(...) a escuridão cobria o mar, e o Espírito de Deus se movia sobre água...”. Ora, no início da vida humana, o mistério da reprodução simétrica entre microcosmos e macrocosmos se valida pela hermenêutica exegética claramente. A realidade segue padrões. No entanto, não vai ser possível findar a castração lacaniana a respeito da paranoia perversa no inconsciente sociocultural. 

A realidade últimaima é a da verdadeira consciência. A do pensamento hermenêutico por excelência. Faz-se um paralelo com a ioga, com o conceito de samadhi. Significa concentração. Um despojamento das culturalidades do oriente, nos leva a transcender a percepção do oprimido e juntar-se em um só espírito de verdade. Essa roupagem suave que o ocidente tem agora enfrenta as contraculturas. Conquanto nós não nos julgarmos, poderá haver possibilidade de relacionamento. É assim que teço a conjuntura do sujeito não-todo. Pois, cada cultura tem sua filosofia da linguagem, o que ora deve nos aproximar ora serve de sentença somente para ser respeitada pelas outras culturas que exercem popularidade e dominância. Ao explorador metafísico e das éticas da moral do sujeito, devemos ter em mente o instrumento de alívio das opressões. Esse instrumento é a inspeção e escuta do sujeito sobre as causas de seu desejo que agem sintomaticamente no inconsciente. À medida que o sujeito vai morrendo para as suas ilusões emocionais, ele vai ganhando moralidade e sustentabilidade ética. Desta forma, todo sujeito é sem forma-predeterminada. O que origina o sujeito é a psicossomática do plano cartesiano. O sujeito sensível é responsável até demais por suas leviandades e outras pelo formato econômico-cultural no qual está disposto. Ele vai, fenomenologicamente, se psicologizar. Isso é, ele tem uma luta contra as psicopatologias comuns, como ansiedade e compulsão - só em dignidade de citar umas. Mas hoje em dia, a clínica avança e o sujeito pode acreditar em qualquer coisa. Tudo depende de suas forças em ser positivo até mesmo quando falta eletricidade. O sujeito jamais pode perder sua criatividade, pois sem ela a noosfera e noética não respiram a mente que vem surgindo: hiperativa, hiper-conectadas, e hiper-flexível. Além dessa mente comum ser articulada, nos diferentes planos da socialidade, ainda cabe a fé do indivíduo à determinação de seu mundo. Sem fé não é possível nem respirar. Respiramos a fé renascentista e o iluminismo, ao invés de obscurecer com práticas insalubres. Busquemos a praticidade com a tecnologia, mas não façamos dela ser melhor do que nossa força de vontade. Voltemos atrás e inspiramos as duas idades de ouro, a primeira com Platão e a segunda com Hegel. É filosoficamente, o fim, basta à multidisciplinaridade respeitar o nexo causal da herança da genealogia psicanalítica. Ademais, na era da informação, onde todo conteúdo parece útil, esquecemos de nos fundar da mente a frente que há o variável e o absoluto. O variável são as fenomenologias científicas, o absoluto é a verdade sobre tudo. Sabemos, pois, deste modo, que o retorno à religião patriarcal que considera a Mãe de Deus como advogada das almas, a árvore-da-vida. Sabemos também que temos que ser tolerantes, mas não bajuladores do que aparentemente falta. Assim digo, pois, a falta que Lacan se refere, em algumas paralaxes do desejo do leitor, o objeto mais de gozar. A fim de que, nessa falta possa ser perdoado por não ser perfeito (não-todo). Dá-se a referência, pois o espaço é curto, e como o esclarecimento teleológico, não se pode ser Todo. Mas sim entendedor e fomentador das totalizações positivistas. Lacan deixou esse ponto de ancoragem, a religião, fonte de onde grande interesse à integração social em exímio drama e superação. É desde a respiração das mitologias e metafísicas que chamaram atenção, não vi maior certeza do que no capitalismo sustentado por: ciência, religião, arte e filosofia. Sendo para mim, o quadrado desse mini ideal. Podemos nos formar cidadão não-todo, por que não somos Deus. E ao mesmo tempo, temos algo do divino morando em nós. É o poder do Espírito de Deus realizando, totalizando, expandindo e retraindo nossa economia libidinal. Nós nem sempre, ao decorrer da vida, tivemos pelo menos o pensamento de como seria se fossemos. Uns até experimentam-se, outros são bem mais autônomos e auto controlados em certos aspectos que não usam das ‘drogas’, no mais eloquente de folia do termo. 

A loucura parte do liberalismo enquanto indivíduos nos costumes. Isso nos desconstrói porém nos transforma. Muitas das vezes à aceitação “paga pau” de tudo. O sujeito lacaniano é a terapia constante da filosofia da moral, integral e total. Lacan nos torna saudáveis quando a transferência dos significantes é executada com êxito. Algo morre na escrita. A mente morre. Isso é, o ego deixa de existir. Não há nada além de que a própria Luz do Pai Nosso em exercício. Essa luz infinita, nem filosoficamente deve ser formalizada. Seria um atentado à sabedoria daquele que Tudo Cria. Se o governo do mundo fosse entregue aos seres humanos inteiramente ao poder de Jeová Deus, obviamente que os mercados se evaporariam pela fúria de gentileza do verdadeiro Deus. Sem delongar o texto à paradigmas de poder, ou mesmo de engrandecimento, o sinthome vai se concentrando nesse Outro. Que deve negar o que se acumula - a menos valia. Se não deixarmos pra trás nossos psicologismos, adoecemos pela velhice neurótica. Entretanto, se não fizermos uma observação do passado em contraste com o presente, aprenderemos que tudo só existe no vazio. E do vazio permanece “escriturado”. A medida que o homem cresce em bondade, ele se desapega do que é de César. Se Deus nos deu à Luz, Lacan no propôs a lâmpada da racionalidade. Com uma ética que nivela o sujeito no plano tridimensional, está mais que probo à clínica dos seres humanos, que sofremos por conta das brechas e faltas que damos às culturas de sabotagem e subversão - por exemplo. E sem falar das neuroses de “desterro dos mortos”, por exemplo. Ou em termos lacanianos, o retorno do recalcado. Sim, o que semeamos, colhemos, e vai ser pela “travessia da fantasia”, que o sujeito se comporá significante mestre. Nesse sinthome, não estamos totalmente, pois só Deus é esse inconsciente da autonomia da razão. Como seres sujeitos à transformação, devemos não só nos comprometer em conservar a verdade, mas sobretudo, atravessa o que nos inculca à libido. Caso não dermos a semente da luz “na relação que não existe” - segundo Lacan, não gozaremos de sermos iluminados por iluminar. Do ponto de vista terapêutico, o/a psicanalista pode ser um canal de encontro ao amor. Por contratransferência, esse amor deve ser a realização da dignidade com o inconsciente do paciente. Relação que o cobre (com o kimono), a benção de estar cheio de paz e amor, no fluxo transcendental do inconsciente. Isto é, gozando de nosso amor próprio (narcísico) com o mundo. Se nós não nos amássemos, não teríamos a menor condição de ajudar o outro. É dessa abundância que psicanálise se oficializa um potente instrumento terapêutico, onde a Luz do Eterno pode acender a linguagem dos humanos. Pois sem o patrimônio da linguagem, nós nos tornamos depreciados aos terrores da falta de conhecimento. 


Pedro Victor L. Bonfim

Gestor Público (IFRN)

Esp. Psicanálise Clínica (UniBF)



 

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