Nem todo mundo tem razão. Podem sofrer pelos sentidos,
podem estar aprisionados no seu mundo emocional. Podem estar afetados pela
alma. E alma sente. A alma, que é uma palavra-chave aos signos das emoções, alardeiam,
muitas vezes, quando perturbadas, à praticar atos do mal. No entanto, nós não
devemos nos enganar enquanto fontes de água-viva do Senhor. Não devemos temer o
mundo, embora ele possa assustar. Mas se nós formos capazes de superar os
obstáculos que tentam nos impedir de viver constitucionalmente, nossas
liberdades são salvaguardadas à vida na Eternidade. Somos falhos, as vezes não
escutamos direito, as vezes nossas intepretações dão sentidos ambivalentes.
Isso é possível de transmutar. Um poder que pode conceber um outro sentido, senão
aquele que é positivo e agrada. Nós somos falhos e cada um tem sua história,
identidade e subjetividade. Nós devemos trabalhar com afinco filosofal na
razão, distinguindo o que é mal do bem.
Deixai que os venenos mortais os ímpios mesmos bebam. Que
fiquem embriagados pela falta de empatia e resiliência para com o próximo. O
que vemos hoje em dia é uma multidão de abestalhados anarquistas, querendo
legitimar, a base da força, o poder pelo poder. Ambição de controle, falta de
respeito, falta de amor. Um cristão autêntico não pensará duas vezes ao
empregar a palavra do espírito de Deus. Deixa que flui, com Deus, a justiça.
Pois seu único filho já fez o maior trabalho de dignidade, que é a oferta de
seu ser para nos salvar. Ele vive, Ele Reina! Se nós amansarmos e seguirmos as
instruções e sabedoria da palavra do Senhor, nenhum mal nos atingirá. A moral cristã
é fiel à vontade de Deus. Não há mais mágoa, nem ressentimento, sequer rancor.
Toda uma vida consagrada ao Pai Nosso, o Deus Altíssimo de Abrão, nos tirará do
julgo do inimigo e nos privilegiará com bençãos que são para eternidade. É
melhor apaziguar, felicitar, alegrar-se que com Deus, o mundo pode até ter suas
ilusões e tantas aparências, mas nada tirará do batismo a eucaristia de estar
em comunhão com Deus.
Não há chance para o inimigo, por mais que seja
perverso e mal. Instintual e malfeitor, egoísta e averso à bondade e virtudes
de Deus. Deus nos concedeu a experiência do amor verdadeiro, com o Espírito
Santo, para que nossa fé, fortalecida pela honradez e soberania individual,
possam, inclusive sacralizar a aliança que temos com Jesus Cristo. Uma entrega
inteira, uma entrega na qual Ele nos prepara para além do bem e do mal. Ele nos
deu a vida de amor. Por que, em tempos atuais, o amor está tão seletivo? Por
conta das segregações ideológicas, que antagonizam o sujeito à vivenciar um
realismo que, por ora não corresponde à fé cristã, e por outra, mescla com nossa
própria fragilidade de viver em paz, sem ser violados por nenhuma coisa
negativa. Deixais os inimigos de Deus nas mãos de Deus. Para que eles aprendam
a viver de amor, não do amor que eles pensam, ditam, e totalizam, ser o ideal
de seu ego violento. O amor de cristo é pacífico, é a lei que ele nos
encaminhou para seguirmos se quisermos seguir a santidade. Basta, ao cristão,
que os inimigos sejam convertidos e remidos no sangue do cordeiro, e parem de
uma vez por todas, as perseguições ao povo eleito de Deus; os pecadores arrependidos
e humilhados.

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