Quem nunca mentiu? Por que temos esse pormenor
problema em nossa existência? Mesmo não sendo do agrado de Deus, as vezes
falhamos. As vezes mentimos para nós mesmo e ao Senhor. Temos que estarmos
firmes, resistir ao tóxico que é a mentira. Algo que é perverso e é oposto a
Deus. Deus sabe de tudo, está presente em tudo. Mas ninguém se compara a ninguém.
Quem dirá se comparar com Deus? A falsidade com que alguns agem, ou
insuficiência de recursos intelectuais e nutricionais, todavia, também sendo um
sintoma de defesa, nos leva a mentir. Mas a pior mentira é a que desejamos por
perversão ir contrários a Lei de Deus. Mentir provoca um distanciamento de
Deus. Mas uma alma pura, embora seja quase impossível existir uma sequer na
vida, é possível seguir as pegadas de Deus na terra. Uma vida devotada à saúde da
alma não precisa enganar. Uma alma límpida segue o que vem aprendendo com o
tempo. Já o cinismo é um destaque de mentira no qual o ego tenta projetar uma
outra versão para sua defesa.
A mentira que não é desmentida se torna loucura e
acaba por enlouquecer o sujeito ao ponto do transtorno. Peçamos ao Senhor a
coragem para seguir prumes ao norte de seu juízo. Estarmos claros e unidos na
sua fundamental essência: seu Santo Espírito. Com ele prolongaremos nossos dias
e viveremos em graça. Com ele nós podemos conviver com paciência e, da palavra do
Senhor, estarmos de modo mágico, respeitosos a trindade santa ao seu louvor e
paz. Com o Espírito Santo de Deus nós temos a coragem de derrubar as muralhas
da potência egóica. Se formos batizados à seguir seu consolador amor, nada pode
enganar nossa iluminação perpétua, por mais que soframos nessa vida, nada pode
nos tirar da luta pela vida. E todos nós somos guerreiros do Senhor. Espíritos imortais
cheios das benevolências do Santo Criador. Mesmo nós, quem? Todos nós, estamos
angustiados pelas inúmeras faltas, por causa do medo e de outros males que
atacam o social. Conquanto tomarmos discernimento e juízo, as coisas do mundo
vão se esvanecem à surpresa do que é melhor para nós.
Sejamos justos em meio ao societal. Se precisamos de
uma panaceia para viver, apreciemos com garra e alegria, rendendo graças ao diviníssimo
de nossa alma. Nós temos o dever de aprender a ter paciência esperar o tempo certo
para agir. Agir com prudência e moderação. Por mais que os vícios da falsidade nos
atente a testar, na aparência, aquilo que consideramos ser nossa razão. Nem
sempre nossa razão prevalecerá. Temos que ser humildes de coração e aceitar o dom
de Deus para sermos respeitados. Pois seremos julgados, nessa vida, para limpar
a covardia mascarada de potência. Aquilo que ansiamos com tanta força é uma interpretação
ansiosa do desejo. Nem todos os desejos agradam a Deus. Só o Pai sabe definir o
que é melhor para nós. E sempre o Pai está a liberar-nos de nossas graves
faltas. O Pai é quem te tira do cativeiro dos pecados e nos conduz a viver uma
vida do chamado de Cristo. Jesus, seu filho único, e o verdadeiro messias não quis
nada menos que realizarmos na luz da paz e prosperidade espiritual. Temos
caminhos diferentes a trilhar, mas são os dons do Espírito Santo quem nos
possibilita o real. E o real da vida é um presente, sempre melhor do que
achamos que pode ser. Deus é fiel e nunca eis de deixar um filho santo
desesperados.

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