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O Fronte Pedagógico: Renda Graças ao Saber



Epígrafe 

“A ideologia revolucionária, a coerência do separo da qual o leninismo constitui o mais alto esforço voluntarista, detém a gestão de uma realidade que a rejeita. Por isso, o stalinismo voltará a sua verdade na incoerência. Nesse momento, a ideologia já não é uma arma, mas um fim. A mentira que não é desmentida torna-se loucura. A realidade tanto quanto o objetivo são dissolvidos na proclamação ideológica totalitária: tudo o que ela diz é o que é. É um primitivismo local do espetáculo mundial. A ideologia que aqui se materializa não transformou economicamente o mundo, como o capitalismo chegado ao estágio da abundância; ela apenas transformou politicamente a percepção.” (Guy Debord, A Sociedade do Espetáculo, 105, p., 72 1997)


Crise de Direito do Estado: Entre a Economia do Discurso Ideológico por uma Gestão Inteligente

O principal questionamento é sobre a falta moral de necessidade do meio de produção, essa última ideia pedagógica imoral da dialética reflexiva. Em torno da greve se verifica a incoerência interinstitucional e a incompetência de governabilidade político econômica. Se o começo é trabalhado como uma especulação, o fim também a de ser. A especulação existencial formal transcende o tempo normativo permanecendo paradoxalmente inalterado. Falta à realidade moderna uma Gestão de Inteligência na qual aqui é presumida excitar e apresentar. O presente labor tem como objetivo abarcar a importância do mecanismo grevista, um movimento quase alucinatório da hegemonia cultural particionada na educação pública de maneira crítica em relação à revolução especulativa, mudança essa de perspectiva subjetiva de direito. A relevância propositiva dos atores de mercado enquanto força conjuntural social de pleito positivista discriminativo, isto é, à base fundacional de uma racionalidade imediata no ciclo econômico que angaria interpor no seio do antagonismo social uma questão lacunal de contestação dialética da jus prudência sobre fatores de governança estratégica da estrutura política revelando assim “as sombras materialistas” paradoxalmente própria não só do poder do capitalismo em si, em certa razão, que ampara em nível tanto de autoconsciência como estranhamente a intriga do suposto saber. Por que essa temática exige vã digressão sobre a repetição da diferença de exclusão? Por que, num primeiro approach, se tivéssemos o poder social representando o aperfeiçoamento do Estado de Direito afrente da convenção da norma social a economia como um todo não teria de fato de ser violentamente tragada ao “fundo do poço ideológico”, no que se supõe de um modelo econômico de excelência neofascista deixando seu rastro cármico a notável falsificação perceptiva; prega como defesa egológica a estima traumática da ideologia paranoide antagonista sobre o ethos da cultura social que propõe a governança hierárquica reversa para escravizar como instrumento a verdadeira liberdade intelectual, e tenta desesperadamente manipular a liberdade da percepção da expressão do direito de fato como extorsão do direito que é o estado da causa traumática da tecnocracia afastando 7 deste modo o homem da realidade sensível, natural à uma fundamentalidade epistemológica de carreira. Neste primeiro momento a epistemologia da governança política é anticientífica pois denega por conta ideológica a verdadeira arte científica: a liberdade acadêmica. Do que adianta intentar o controle da subjetividade de mercado quando sua projeção é praticamente impossível? É sobre este ponto de perversão social que o desmonte da sobrevivência da democracia pós-moderna deve ser cautelosamente intencionada. Não por uma sociedade partida, nem sobre a transformação geracional, mas sobre o fim causal dessa fonte inesgotável de falta. A governança tecnocrata se dá por uma sociedade ausente.

A tecnocracia é um termo estilizado sobre o glamour da conectividade pós moderna que existencialmente põe sobre equivalência constitucionalista na supressão da díade neofascista a relativização científica, isto é, deixa como meio de conexão a dominação da sombra simbológica do mito platônico-hegeliano entre a luz da materialidade da realidade e a metafísica. O movimento tecnocrático reteve a pior prospecção progressiva sobre a transição e formação de consciência de classe pois renega desde o princípio a liberdade da apropriação privada na economia do conhecimento, delingando a construção da social morfologia capitalista ao trotskismo. Tal movimento fora financiado pela hegemonia estatal da estrela disforme para dar tributo de conformidade à uma ética infundada e parametrizada na raiz leninista sobre o jogo da coisa. Independente do risco da moda social com a qual a massa democrática premedita o falso arbítrio de juízo. É evidente politicamente que a renegação da cultura política em seu à priori seja nivelada transgressivamente pela defasagem de caráter institucional. A posteriori no qual o crime-metafísico impetrado pela dosagem de dependência recursiva da condição social que tem sua subjetividade objetivada na estrutura ontológica venha existir fora do juízo artificial de inócua exploração cultural. Há nela uma simetria assimétrica da proporcionalidade proposicional do sujeito capitalista que se depara totalmente com sua insuficiência crítica nos limites do poder pois a sociedade burguesa por si não existe, ela é resultado da ilusão retroalimentada pela neurose de valor. As instituições democráticas prestam apenas o quantitativo de supressão econômica na qual a própria ideia de estado é reprimida tanto estruturalmente 8 quanto pelo espírito de governo. Sendo notoriamente vendada de capital humano a revolução proletária é resultado da positivação da propaganda especulativa da psicose histérica à neurose liberal da fenomenologia do ser em si capitalista. Por isso que o estratagema condicionante da “sociedade burguesa” falha em relação ao mérito dialético fenomenológico como processo condicional causal da economia do conhecimento transformando-se não em mercadoria mas em estado de consciência a simbologia de opressão. A identidade neofascista burguesa paira sua jus naturalidade dentro de uma nebulosa acrítica devido sua hipocrisia virtual. Esta sociedade é inútil. Seu sistema gira em torno de si mesmo. Não presta função social. E se fosse viver justamente padeceria instantaneamente. A organização jurídica do direito reprimido advindo da tragédia esquerdista representa no quadro societário a estrutura perfeita da paranoia pois uma vez tendo sido moralmente lesadas sob a premissa da expropriação podem por subversão filosófica se igualarem penadas; ou para profunda catarse de libertação, ou sucedendo pela impotência formal do poder de sujeição social. Isto é, o direito adquirido é a antítese da ordem do progresso num panorama de jus naturalidade virtual, autossuficiente e total. Não somente a questão proposicional do intelecto científico tende a ser subvertida ironicamente pela alma do negócio de governo totalitário, mas como o processo fenomenológico perde o caráter de legitimação de acordo com a heurística mental por si devido a sublimação transferencial da dependência cultural se restringir meramente como marketing estratégico. A expansão dessa filosofia do direito educacional como discurso sem curso histórico é o mesmo equanimamente que a propriedade do direito discursivo, isto é, o direito se fenomenologiza na liberdade constitucional. De outro modo, o direito como fenomenologia social causa uma ruptura de atuação da liberdade resultando nulamente no mercado do antropolítico. Em outras palavras, o sistema educacional em si deixa de fundamentar sua missão institucional para arbitrar na tomada de decisão de consciência política, sendo não somente o fio corruptor da transferência simbólica do direito que é análogo ao homem, coadunado a extorsão estatal ou não, mas sintetizando a instalação do simulacro do valor científico-tecnológico no mercado aparelhado. A academia então é a tentativa de cúmulo da corrupção; cega de valor, imoral e de inveja reversa. Ninguém pode ter a liberdade natural se há interferência cultural. A cultura natural deve ser livre, 9 e para tal, o Estado Moderno precisa sucumbir seu castelo de fantasias estruturais. A dupla expropriação do direito como fonte apriorística da negação serve de meio para engendrar a reprodução da constitucionalidade deformada que retroalimenta-se previamente da marginalidade de capital julgado, isto é, a formação da legitimidade do direito é ilegítima, por isso no visor econômico por um direito democrático abrangente e socialmente propugnador da individuação, a lógica relativa do trotskismo precisa saltar a doutrinação cultural buscando revolucionar a propriedade especulativa do direito mercadologicamente para lograr jus-prudência como sutura do trauma inaugural da falta da “educação superior”. Ou seja, o homem em si legisla sua própria produção. Na propaganda estatal esquerdista ocorre injustamente uma tática de sufocamento subliminar para deformar retrogradamente e justificar ao leu a falta colossal, uma famigerada dependência alucinante pela apropriação exploradora do meio social na qual o próprio império da ilegitimidade de retrocessão econômica está erigido à uma profunda reformulação de governança essencialmente democrática; o direito como condição análoga ao discurso do trabalho precisa ser total, e não dependente de uma forma causada no mercado. O direito é a propriedade do discurso de consciência individual e da materialidade pois o processo educacional é em si falhocentrico. O direito positivo então se torna produto negativo dessa verdade notória promovida pela abstração. São inúmeras as falhas do simulacro da experiência supostamente empírico fenomenológica que não é prudente desmascará-las neste estudo. [...]


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